Luísa Mell é acusada de roubo e nega: 'tomando todas as medidas judiciais'

Assunto foi parar nos trending topics do twitter brasileiro; ativista se defende e fala em processo judicial

16/06/2021 18:47

Reprodução/Instagram
Luísa Mell (foto: Reprodução/Instagram)
 

Nesta quarta-feira (16/06), o nome de Luisa Mell foi parar entre os assuntos mais comentados do twitter brasileiro por conta da acusação de roubo de uma cadela da raça Borzoi, em um canil clandestino, pertencente a Gabriela Setorio Bueno de Camargo.

 

Procurada pelo Canal do Pet, a ativista disse que, junto ao seu instituto, está tomando as medidas judiciais cabíveis e irá processar os envolvidos nas acusações. Além das acusações de maus-tratos, Gabriela estaria envolvida em outros processos. 

 

Mell afirma que a cadela foi resgatada pela Poícia, depois de ficar dias trancada em um quarto escuro. Segundo ela, a apreensão do animal foi determinada por autoridades públicas, o que garante a legalidade do ato. 

 

Em nota à imprensa, Luisa explicou alguns pontos e negou as acusações. Confira o pronunciamento na íntegra, além de imagens do canil clandestino de Gabriela, que acusou a ativista:

 

Sobre as falsas acusações de “roubo de uma Borzoi” que circulam nas redes sociais: trata-se ação penal contra Gabriela Sertorio Bueno de Camargo, onde mais de 140 cães, incluindo uma cadela da raça Borzoi foram apreendidos pela polícia em cumprimento a uma ordem judicial de busca e apreensão no canil da Gabriela Bueno, depois de denúncias de criação irregular de cães e tráfico de drogas. A Borzoi estava há dias, sozinha, em um quarto escuro e sem janela quando a polícia chegou. Quem determinou quais cães seriam apreendidos foram as autoridades públicas, tendo o Instituto Luisa Mell apenas cumprido determinações das autoridades policiais. 

 

A justiça tentou por mais de um ano encontrar Gabriela Bueno para que se defender nos autos da ação penal (processo 1510414-41.2018.8.26.0587) que reponde por tráfico de drogas, maus-tratos de mais de 140 animais, exercício irregular da profissão de médico veterinário, pois no local que não era uma clínica veterinária, foram encontradas cadelas suturadas com linha de pesca, anestésicos e tesouras cirúrgicas, além de foto da Gabriela que não é veterinária em uma cesárea. Sem sucesso depois de mais de um ano na tentativa de encontrá-la, a juíza entendeu que ela sabia da ação e a deu como citada esse mês.

 

Gabriela vem há meses perseguindo as autoridades policiais e as pessoas do Instituto Luisa Mell. Já foi condenada liminarmente a manter distância e na semana passada, condenada a remover das redes sociais diversas acusações caluniosas, como a que uma Borzoi teria sido roubada, mas ainda não foi localizada pelo oficial de justiça.

 

A responsável pelo canil tentou ainda uma liminar em um habeas corpus na justiça em maio deste ano, pedido que foi negado pelo Tribunal de justiça de São Paulo que, após analisar liminarmente o processo, entendeu manter a ação penal contra ela.

 

O Instituto Luisa Mell sempre esteve à disposição das autoridades policiais e está tomando todas as medidas judiciais contra as pessoas que vem espalhando acusações mentirosas e criminosas contra nós, incluindo a própria ré, Gabriela Sertorio Bueno de Camargo. 

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