Veja quais atores vão participar da série sobre Daniella Perez na HBO Max

História que chocou o país, será contada a partir da perspectiva da mãe da atriz, Glória Perez, familiares e amigos

Reprodução/Instagram
Daniella e Glória Perez (foto: Reprodução/Instagram)

O serviço de streaming HBO Max está preparando uma série documental de cinco episódios sobre o assassinato da atriz Daniella Perez (1970-1992) e terá os depoimentos de vários famosos que conviveram com a artista.
 
De acordo com as informações da colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, além da mãe dela, a autora de telenovelas Glória Perez, o elenco contará com o viúvo da atriz, Raul Gazolla, e amigos como Fabio Assunção, Claudia Raia, Cristiana Oliveira, Maurício Mattar, Wolf Maya e Eri Johnson
 
Além disso, autoridades e advogados também serão ouvidos. As gravações, sob o comando de Tatiana Issa (Dzi Croquettes) e Guto Barra (Yves Saint-Laurent: My Marrakesh), já começaram.
 
Além de lembrar o plano que culminou no assassinato de Daniella, aos 22 anos, no auge de sua carreira, a produção vai mostrar a luta de Glória por justiça.
 
Por iniciativa da autora, foram colhidas mais de 1 milhão de assinaturas num abaixo-assinado fazendo com que, por emenda de caráter popular, os homicídios qualificados passassem a ser considerados crimes hediondos, não sendo permitido o pagamento de fianças.
 
A estreia acontecerá em 2022, quando o crime que chocou o Brasil e abalou a TV brasileira completa 30 anos.
 

Relembre o caso 

 
Daniella, que na época estrelava a novela De corpo e alma (1992), escrita por sua mãe, foi brutalmente assassinada a tesouradas por Guilherme de Pádua, ator com quem fazia par romântico na trama, e por Paula Thomaz, esposa do artista na época. 
 
O corpo da atriz foi encontrado num matagal a poucos metros de distância dos estúdios da TV Globo, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, perfurado com dezoito golpes fatais. O motivo do assassinato teria sido a redução do tempo de tela de Pádua no folhetim. 
 
Guilherme e Paula foram condenados em júri popular por homicídio duplamente qualificado: por motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima. 
 
No entanto, ambos cumpriram somente seis anos dos 19 anos, 18 meses e 6 meses de regime fechado — ao qual foram sentenciados.
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