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"Decidimos que estamos mais interessados em salvar Rick que em tentar fazer um estudo, por isso basicamente administramos nele tudo o que temos acesso", disse Smith a repórteres na quinta-feira. Quando Brantly contraiu esta doença em Monróvia, também recebeu transfusões de sangue de um menino que havia se recuperado deste vírus hemorrágico.
Na semana passada, 200 especialistas da saúde - reunidos em Genebra por dois dias - acordaram que as terapias de transfusão de sangue e soros podem ser utilizadas para combater o Ebola imediatamente, enquanto começam os testes para criar uma vacina.
Os especialistas consideram que a presença de anticorpos do Ebola no sangue das pessoas que se curaram da doença pode ajudar outros pacientes a combatê-la.
Desde o início do ano, a epidemia de febre hemorrágica, a pior desde seu surgimento, em 1976, deixou mais de 2.400 mortos e infectou mais de 5.000 pessoas em Libéria, Serra Leoa e Guiné, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira.
"Nos países mais atingidos, os números se movem mais rápido que a capacidade para atendê-los", advertiu a diretora da OMS, Margaret Chan, em Genebra.