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Não precisa ser engenheiro nem médico: Este emprego não exige diploma universitário e paga 3 milhões por ano. Jensen Huang destaca que é a profissão mais promissora do mercado, e ainda inclui pagamento de horas extras.

12/03/2026
Em Curiosidades
Não precisa ser engenheiro nem médico: Este emprego não exige diploma universitário e paga 3 milhões por ano. Huang Renxun destaca que é a profissão mais promissora do mercado, e ainda inclui pagamento de horas extras.

A expansão acelerada da inteligência artificial depende de uma infraestrutura física colossal que poucos imaginam quando pensam em tecnologia - Imagem ilustrativa

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Quando Jensen Huang, o bilionário fundador e CEO da NVIDIA, aponta uma tendência, o mundo inteiro presta atenção. Em entrevista ao Channel 4 do Reino Unido, Huang fez uma declaração que surpreendeu muita gente: a profissão com maior demanda nos próximos anos não é engenheiro de software, não é médico e não exige diploma universitário. São os trabalhadores qualificados da construção civil, como eletricistas, encanadores e carpinteiros, necessários para erguer os gigantescos centros de dados que vão alimentar a revolução da inteligência artificial. Segundo Huang, esses profissionais podem ganhar mais de 100 mil dólares por ano, o equivalente a aproximadamente 600 mil reais, com direito a pagamento de horas extras.

Por que a construção civil se tornou a profissão mais promissora na era da inteligência artificial?

A expansão acelerada da inteligência artificial depende de uma infraestrutura física colossal que poucos imaginam quando pensam em tecnologia. Para que modelos como o ChatGPT, os sistemas de busca inteligente e os algoritmos de IA das grandes empresas funcionem, são necessários centros de dados enormes, repletos de processadores especializados que consomem energia em escala industrial. Cada novo avanço em IA exige mais capacidade computacional, e mais capacidade computacional exige mais centros de dados. Alguém precisa construí-los.

Jensen Huang foi direto ao ponto: “Se você é eletricista, encanador ou carpinteiro, vamos precisar de centenas de milhares de profissionais como você para construir essas instalações.” A declaração não é exagero retórico. A consultoria McKinsey estima que os investimentos globais em infraestrutura de centros de dados de IA devem atingir a marca de 7 trilhões de dólares até 2030. Cada nova instalação construída representa centenas ou milhares de vagas para trabalhadores que sabem operar ferramentas, instalar sistemas elétricos, montar estruturas e garantir que tudo funcione com a precisão que esses ambientes de alta tecnologia exigem.

Não precisa ser engenheiro nem médico: Este emprego não exige diploma universitário e paga 3 milhões por ano. Huang Renxun destaca que é a profissão mais promissora do mercado, e ainda inclui pagamento de horas extras.
A expansão acelerada da inteligência artificial depende de uma infraestrutura física colossal que poucos imaginam quando pensam em tecnologia.

Quanto ganha um trabalhador de construção de centros de dados?

Os números são impressionantes para uma profissão que não exige quatro ou cinco anos de faculdade. Segundo dados citados pela imprensa internacional, um centro de dados de aproximadamente 7 mil metros quadrados emprega cerca de 1.500 operários durante o período de construção. Muitos desses trabalhadores recebem salários anuais superiores a 100 mil dólares, o que equivale a mais de 50 mil reais por mês no câmbio atual, com o adicional de pagamento de horas extras, que eleva ainda mais a remuneração total.

Após a conclusão da obra, aproximadamente 50 profissionais são mantidos em regime permanente para operar e realizar a manutenção dos equipamentos. Cada uma dessas posições fixas gera, segundo estimativas econômicas, outros 3,5 empregos indiretos na região ao redor da instalação. Isso significa que um único centro de dados não apenas remunera bem quem o constrói, mas também movimenta a economia local de forma significativa, gerando demanda por serviços de alimentação, transporte, hospedagem e comércio durante anos após a inauguração.

Qual formação é necessária para trabalhar nessa área?

O aspecto mais revolucionário da declaração de Jensen Huang é justamente este: não é preciso ter diploma universitário. A formação exigida é técnica e profissionalizante. Cursos de eletricista industrial, técnico em refrigeração, soldador, encanador, carpinteiro e operador de equipamentos pesados são suficientes para ingressar nesse mercado. Huang enfatizou que os jovens deveriam considerar seriamente as escolas técnicas e profissionalizantes como caminho de carreira, em vez de assumir que a universidade é a única porta de entrada para empregos bem remunerados.

As habilidades mais demandadas para a construção de centros de dados:

  • Eletricistas industriais especializados em instalações de alta potência, capazes de trabalhar com os sistemas elétricos complexos que alimentam milhares de processadores simultaneamente
  • Técnicos em refrigeração e climatização, responsáveis pelos sistemas de resfriamento que impedem o superaquecimento dos equipamentos e que representam uma das maiores despesas operacionais dos centros de dados
  • Soldadores e montadores de estruturas metálicas, que erguem as edificações reforçadas que abrigam os servidores
  • Profissionais de encanamento industrial, necessários para os sistemas hidráulicos de refrigeração líquida que estão se tornando padrão nas novas instalações
Não precisa ser engenheiro nem médico: Este emprego não exige diploma universitário e paga 3 milhões por ano. Huang Renxun destaca que é a profissão mais promissora do mercado, e ainda inclui pagamento de horas extras.
A expansão acelerada da inteligência artificial depende de uma infraestrutura física colossal que poucos imaginam quando pensam em tecnologia – Imagem ilustrativa

Jensen Huang é o único executivo alertando sobre essa demanda?

Não. Outros líderes de grandes corporações globais estão fazendo alertas semelhantes sobre a escassez iminente de mão de obra qualificada para a construção. Larry Fink, CEO da BlackRock, a maior gestora de ativos do mundo, já levou essa preocupação diretamente à Casa Branca, argumentando que a deportação de trabalhadores imigrantes combinada com o desinteresse dos jovens americanos por profissões manuais está criando uma tempestade perfeita que ameaça atrasar a expansão dos centros de dados.

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Jim Farley, CEO da Ford, também se manifestou publicamente sobre o tema. Segundo ele, os Estados Unidos já enfrentam um déficit de 600 mil operários industriais e 500 mil trabalhadores da construção civil. Farley questionou diretamente: “Se não há gente para construir, como vamos trazer toda essa infraestrutura de volta?” A mensagem é clara: enquanto o mundo debate sobre quais profissões a inteligência artificial vai eliminar, existe uma categoria inteira de empregos que a IA está criando em escala massiva e que nenhum robô consegue executar.

O que essa tendência significa para o mercado de trabalho no Brasil?

A expansão dos centros de dados não é exclusiva dos Estados Unidos. A demanda por infraestrutura de IA é global, e o Brasil, com seu mercado crescente de tecnologia e sua posição estratégica na América Latina, está no mapa das grandes empresas de tecnologia que buscam localidades para novas instalações. Profissionais brasileiros com formação técnica em eletricidade, refrigeração, soldagem e construção civil industrial podem se beneficiar diretamente dessa onda de investimentos nos próximos anos.

A declaração de Jensen Huang carrega uma mensagem que transcende o mercado americano e se aplica a qualquer país: a era da inteligência artificial não está eliminando a necessidade de trabalho manual qualificado. Está multiplicando essa necessidade de uma forma que poucas pessoas anteciparam. Enquanto algoritmos e modelos de linguagem fazem o trabalho intelectual dentro dos servidores, alguém precisa construir as paredes, instalar os cabos, montar os sistemas de refrigeração e manter tudo funcionando. E esse alguém, segundo o homem à frente da empresa mais valiosa do mundo da tecnologia, é a profissão mais promissora do mercado atual.

Tags: Jensen Huangprofissãotecnologia
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