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A assessoria ainda revelou que o contratante seguiria “todos os decretos que regulam concentração de pessoas, adotando protocolos de segurança” e que não haveria venda de ingressos para o evento.
No entanto, de acordo com a assessoria, a parte contratante não respeitou o contrato, realizando a venda de ingressos “sem nenhum comunicado e autorização”, além de ter desrespeitado “o acordado no que tange ao números de pessoas no local”.
De acordo com o G1, a dona do estabelecimento onde a festa foi realizada foi conduzida ao 78º Distrito Policial e um boletim de ocorrência foi registrado com base no artigo 268 do Código Penal, que prevê punição por desrespeito às normas sanitárias de prevenção à atual pandemia.
A força-tarefa considerou a festa realizada no bairro dos Jardins, zona sul de São Paulo, “clandestina”. Os ingressos, segundo o G1, custavam até R$1.600.
A dupla realizou o teste para detecção da Covid-19, que resultou em “não reagente”. O departamento jurídico que assessora os cantores “adotará as medidas cabíveis relativas ao descumprimento do contrato”.
Leia aqui sobre a influencer que brigou com policiais após a operação da força-tarefa.
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Matheus e Kauan