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“O show foi como prevíamos. Mostramos nossa brasilidade e mineiridade. Acho que o público gostou", disse Dudu. Entre as canções do grupo estava Molhada de mar – a mola propulsora para ETC chegar ao Nos Alive. Graças a ela e a Jogo embolado, os mineiros receberam o maior número de votos na quarta edição do concurso EDP Live Bands Brasil.
A edição deste ano do EDP Live registrou recorde em inscrições – cerca de 1,7 mil grupos de todos os estados brasileiros concorreram. Selecionada no país, ETC entrou na lista de artistas que se apresentariam em Lisboa. O concurso também é realizado na Espanha e em Portugal.
ETC gravará um CD pela Sony, parte do prêmio. Ao que tudo indica, será um disco de inéditas. O trio destaca a importância de concursos para artistas principiantes. "A carreira no Brasil não é fácil. Incentivos como festivais são sempre positivos", afirmou Dudu.
Mesclando samba, reggae e pop, a banda mineira escolheu o nome ETC (etcetera) devido à diversidade de ritmos a que se propõe. "Defino nosso trabalho como uma onda, uma onda boa de Minas. Nossas canções mostram a conexão entre mar e montanha", disse Vinicius.
O tímido baterista Felipe conta como o grupo se formou, em 2011: "Éramos estudantes e nos encontrávamos na universidade. Daí surgiram os primeiros sons."
A banda lançou os CDs Céu grande (2014) e Sintonia (2018). Os rapazes já dividiram o palco com O Rappa, Natiruts, Criolo e Nando Reis. As influências vão do Clube da Esquina ao Skank, passando pela extinta O Rappa.
* A jornalista viajou a convite da EDP Brasil