saiba mais
-
Clássicos da velha guarda e canções 'fresquinhas' embalam Ayrton Montarroyos
-
Restaurantes e bares da capital apostam na inventividade para Festival Brasil Sabor
-
Musa da nova música portuguesa, Mariza leva releitura do fado ao Sesc Palladium
-
Releituras do Clube da Esquina inspiram apresentação do pianista André Mehmari
Franco, mas sempre bem-humorado, Dussek diz se arrepender de tudo o que fez. “Gostaria de fazer tudo de novo, melhor. Não sou perfeccionista, mas reconheço erros”, pondera ele, lembrando que aos 60 e poucos anos está com a cabeça diferente. “Às vezes, a pessoa amadurece, mas não vê. Estou em uma revolução”, afirma.
Sobre o futuro, o músico carioca conta que faz meditação para enfrentar o mundo. “O grande problema é o equilíbrio. As pessoas estão desequilibradas. Cada um de nós precisa tentar se equilibrar para fazer uma cura interior”, defende. E afirma não temer o futuro nem a morte, mesmo reconhecendo que ela pode estar sempre ao lado de todos nós. “Chego ao nirvana ou à morte”.