Conheça o izakaya Dona Tomoko, o legítimo botequim japonês em BH

Pequeno espaço na Rua Grão Mogol serve tira-gostos do Japão com toque mineiro

por Pedro Galvão 31/08/2018 08:00
Marcos Vieira/EM/D.A Press
Del Oliveira, Maki Sangawa e Mariane Sampaio, a equipe do Dona Tomoko (foto: Marcos Vieira/EM/D.A Press)
A culinária é japonesa, mas esqueça o sushi. Izakaya, no Japão, é o nome dado a pequenos estabelecimentos, equivalentes aos nossos botequins, onde se consomem bebida alcoólica e petiscos. Popular em São Paulo, o formato chegou a BH com o Dona Tomoko, no Bairro do Carmo.

Para acompanhar o saquê, o mais indicado é o nosso familiar torresmo de barriga, mas servido com molho teryaki. O tira-gosto nipo-mineiro é uma das seis opções servidas pelo belo-horizontino Maki Sangawa, filho da japonesa que dá nome ao bar na Rua Grão-Mogol.

“É a minha cozinha de infância. Preparo receitas que minha mãe fazia pra mim, mas como nasci e cresci em BH, sempre comi outras coisas – queijo, frango com quiabo. Veio daí a ideia de juntar tudo isso”, conta Maki.

Um dos resultados dessa proposta é o koroke – típico croquete japonês feito com carne de boi e batata –, que teve queijo canastra adicionado à sua receita. A porção individual com dois bolinhos custa R$ 15, preço de todos os petiscos.

ESTUFA
Dependendo da fome e do bolso, é possível degustar todas as opções, a maioria delas acomodadas na tradicional estufa de bar, servidas no bowl e levadas à boca com as mãos ou com hashis.

Não há pratos principais nem opções mais elaboradas. Além do koroke e do torresmo, outras pedidas são o tonkatsu (lombo de porco empanado) e o karage (frango frito japonês, marinado com gengibre), ambos no formato miniporção. Para vegetarianos, a alternativa é o onigiri (tradicional bolinho de arroz com alga). Esse item, o mais genuinamente japonês do cardápio, é servido unitariamente.

Por outro lado, a brasileiríssima coxinha também está presente, em pequena porção de cinco unidades. “É a única comida que não fazemos aqui. Compramos de uma amiga de Jequitinhonha, que prepara com um temperinho bem típico do Norte de Minas”, revela Maki, que gerencia a casa em parceria com o sócio Delmar Oliveira.

Aspecto fundamental dos izakayas, o balcão é a alma do Dona Tomoko, ocupando quase a totalidade do espaço. Fora dele é possível sentar apenas em duas ou três mesas, colocadas na calçada de acordo com a necessidade. Assim que estiverem acomodados, os clientes podem escolher entre o saquê (R$ 15 a dose) e a cerveja Heineken (R$ 10, garrafa de 600ml) para acompanhar as iguarias. Sucos industrializados e refrigerantes são opções para quem prefere evitar o álcool.

DONA TOMOKO IZAKAYA
Aberto de quarta-feira a sábado, das 17h às 23h. Rua Grão Mogol, 712, Carmo. Informações: (31) 2508-8604, www.facebook.com/DonaTomokoIzakaya e www.instagram.com/donatomoko

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