Rafael Portugal sofre golpe e perde R$ 1,2 milhão para o Faraó do Bitcoin

Os contratos continham uma cláusula que garantia 10% de lucro em cima do valor aportado, que seria repassado para o casal mensalmente

Reprodução/TV Globo
Rafael Portugal (foto: Reprodução/TV Globo)

Na manhã desta sexta-feira (22/10), o colunista Léo Dias , Metrópoles , revelou que o humorista  Rafael Portugal  e sua mulher, Vanelli Portugal , caíram em um golpe milionário ao investir R$ 1,2 milhão em uma empresa que dizia fazer trading de Bitcoin, ou seja, investia na criptomoeda.

Contudo, o investimento não passava de um esquema de pirâmide, descoberto pela Operação Kryptus da Polícia Federal. Atualmente, o casal processa a empresa responsável pelo acordo, a GAS Consultoria Bitcoin , e pede a devolução de todo o dinheiro investido. 

De acordo com o informado, eles investiram mais de R$ 1,2 milhão em valores atualizados. Os aportes foram divididos em 6, sendo eles de agosto de 2020 até março de 2021. 

Os contratos continham uma cláusula que garantia 10% de lucro em cima do valor aportado, que seria repassado para o casal mensalmente. A empresa tinha sede em Cabo Frio, Região dos Lagos do Rio de Janeiro. O dono, Glaidson Acácio dos Santos , declarou um vídeo, semanas antes de ser preso, que Cabo Frio era o Novo Egito, devido a disputas de pirâmides que supostamente existiriam na cidade. Ele ainda afirmava que a empresa prestava apenas serviços de consultoria.

Ao investigar, a Polícia Federal descobriu que as empresas envolvidas no esquema movimentaram cerca de R$ 2 bilhões nos últimos 6 anos. Glaidson , também conhecida como o Faraó do Bitcoin , que já trabalhou como garçom, de repente virou o dono de organizações que, juntas, valem cerca de R$ 136 milhões. 

Duas das empresas estão sediadas no Estado do Rio de Janeiro, enquanto as outras duas ficam no Estado de São Paulo. As quatro firmas são processadas por  Rafael  e Vanelli Portugal . Os advogados do casal pediram caráter de urgência ao juiz, para que o valor investido pelos dois seja devolvido o quanto antes, de acordo com Léo Dias do Metrópoles