'Bingo: O rei das manhãs' não é selecionado e Brasil está fora do Oscar 2018

Primeira etapa de eliminação tirou do páreo o filme de Daniel Rezende. Nove longas continuam na disputa

por Estado de Minas 15/12/2017 10:32
Warner Bros./Divulgação
'Bingo: O rei das manhãs' entrou em cartaz no Brasil em agosto de 2017 e foi elogiado pela crítica especializada. (foto: Warner Bros./Divulgação)
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, instituição resposável pelo Oscar, anunciou na quinta-feira (14), a lista das produções selecionadas para a categoria de melhor filme estrangeiro. O brasileiro Bingo: O rei das manhãs foi eliminado e está fora da disputa. 

Dirigido por Daniel Rezende e com Vladimir Brichta no papel do protagonista, o longa conta a história de Bingo, palhaço frustrado por ter atingido a fama sem que reconheçam o ator por trás da máscara. O filme não recebeu o número suficiente de votos para continuar no páreo por uma indicação. 

Nove filmes seguem na disputa. Entre eles, o chileno Uma mulher fantástica, de Sebastián Lelio. Outros destaques são o alemão Em pedaços, de Faith Akin, e o húngaro Corpo e alma, de Ildikó Enyedi. 

ELIMINADOS Outra surpresa foi a saída do filme First they killed my father, dirigido por Angelina Jolie, representante do Camboja. O longa, lançado no Brasil pela Netflix, foi indicado a melhor filme em língua estrangeira no Globo de Ouro 2018

O elogiado drama francês 120 batimentos por minuto, de Robin Campillo, também deixa a disputa.  

A premiação, que ocorre em 04 de março, em Los Angeles, ainda irá selecionar os cinco indicados finais, no dia 23 de janeiro, junto as demais categorias. 
 
Abaixo, confira a lista dos filmes que continuam na disputa: 
 
Uma mulher fantástica, de Sebastián Lelio (Chile) 
Em pedaços, de Faith Akin (Alemanha)
Corpo e alma, de Ildikó Enyedi (Hungria)
Foxtrot, de Samuel Maoz (Israel)
The insult, de Ziad Doueiri (Líbano)
Loveless, de Andrey Zvyagintsev (Rússia)
Félicite, de Alain Gomis (Senegal)
The wound, de John Trengove (África do Sul)
The square: A arte da discórdia, de Ruben Östlund (Suécia)

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