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Apresentador exibiu força e equilíbrio durante sessão de calistenia, enquanto personal destacou a idade do artista nas redes sociais
Reprodução Instagram
Rodrigo Faro voltou a chamar atenção nas redes sociais ao mostrar o desempenho em uma sessão de calistenia, na segunda-feira (26). Aos 53 anos, o apresentador impressionou pela força, pelo equilíbrio e pela definição muscular durante os exercícios, que utilizam o peso do próprio corpo para desenvolver resistência física.
O treino foi compartilhado pelo personal trainer JP Olsen, que fez questão de destacar a idade do artista na publicação. "Aquecimento do homi hoje. 53 anos. Não aceito menos que a perfeição", escreveu o profissional. A modalidade praticada por Faro trabalha diferentes grupos musculares e pode contribuir para o desenvolvimento da força, da mobilidade e da coordenação, com exercícios adaptados ao condicionamento de cada pessoa.
A dedicação do apresentador à saúde também já serviu de inspiração para Kaká Diniz, marido da cantora Simone Mendes. Aos 41 anos, o empresário decidiu rever seus hábitos depois de uma experiência na casa de Faro. Em entrevista ao programa Léo Dias, ele contou que um jantar o fez refletir sobre a importância de cuidar do corpo, especialmente após receber resultados preocupantes em exames médicos.
Na ocasião, Kaká percebeu que, enquanto os convidados comiam hambúrgueres e pizzas, Faro havia escolhido apenas salada. Ao questionar a decisão do amigo, ouviu uma resposta que ficou marcada em sua memória. “Foi meio que um tapa na minha cara. Eu disse assim: ‘Cara, a partir de hoje eu preciso mudar a minha rotina’”, relatou o empresário. Em seguida, ele recordou a justificativa do apresentador: “Ele disse assim: ‘Porque eu quero chegar aos 80 anos e poder colocar meus netos no braço’”.
Além do episódio, os exames reforçaram a necessidade de mudanças na rotina de Kaká. O empresário revelou alterações na lipoproteína(a), marcador associado ao risco cardiovascular, e no LDL, conhecido como colesterol ruim. “Tive dois exames que saíram muito alterados. Um deles era a lipoproteína(a), uma questão genética que aumenta a probabilidade de infarto e AVC. E meu LDL, que é o colesterol ruim, acho que o limite era para dar setenta e alguma coisa, deu 358”, completou.
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