Quem atende o viajante quando a empresa compara várias agências de viagem
No marketplace da Loupit, a agência que vende a viagem segue responsável pela emissão, pelo faturamento e pelo suporte a quem viaja
Quando uma empresa passa a comparar ofertas de várias agências de viagem, uma dúvida aparece logo: se der problema durante a viagem, quem resolve? No marketplace da Loupit, Travel Tech brasileira de gestão de viagens e despesas corporativas, a agência responsável pela venda continua encarregada da emissão, do faturamento e do suporte ao viajante.
Funciona assim: a empresa pode trabalhar com uma única agência ou comparar as ofertas de até três agências no mesmo ambiente. O sistema também compara os preços com os sites de companhias aéreas e hotéis. Escolhida a opção, a agência que vendeu aquela viagem é quem cuida da emissão e do atendimento.
Cada agência cuida do que vendeu
É o caso da Uniglobe Pro, agência de viagens corporativas que utiliza a tecnologia da Loupit para integrar reservas, políticas, aprovações e despesas. Seus clientes podem comprar exclusivamente com a Uniglobe Pro ou comparar suas ofertas com outras agências homologadas no marketplace, mantendo a gestão centralizada e o atendimento especializado da agência nas viagens que ela comercializa.
Para Patrick Tytgadt, CEO da Loupit, o atendimento é justamente o que deve pesar na escolha de uma agência.
“A agência tem um papel fundamental no atendimento, na negociação e na resolução dos problemas do viajante. Queremos que ela seja escolhida por essa capacidade e pela competitividade das suas condições. Quando a empresa pode comparar e mudar de parceiro preservando sua estrutura de gestão, a relação comercial ganha mais transparência”, diz.
O que entra na conta
Na Loupit, os resultados das agências consideram o preço final, já com as taxas de serviço negociadas. Para Amos Aliperti, diretor de Customer Experience da empresa, as condições de atendimento também precisam entrar na comparação.
“Uma taxa de serviço baixa, sozinha, não demonstra que a empresa fez a melhor compra. É preciso olhar o valor final, a bagagem, as regras de alteração, o cancelamento e as condições de atendimento. Quanto mais clara for essa comparação, mais consistente será a decisão”, afirma.
Mesmo app e regras da empresa
Para quem viaja, o ambiente é um só. O superapp da Loupit reúne pesquisa e reserva de passagens aéreas, hotéis, carros e transporte rodoviário, além de aprovação de viagens, registro de despesas e leitura de comprovantes. A política de viagens, os limites de gastos e os fluxos de aprovação continuam valendo, independentemente da agência escolhida.
Se a empresa decidir mudar de parceiro, histórico de viagens, dados, políticas e relatórios continuam na plataforma, e o viajante não precisa reaprender a solicitar uma viagem. Os relatórios também consolidam as informações da operação e permitem acompanhar compras realizadas com diferentes parceiros.
A Loupit também foi a primeira Travel Tech a ter integração com inteligência artificial agêntica para a compra de viagens corporativas. Pela integração com ChatGPT, Claude, Copilot ou Gemini, o cliente conversa com a IA para consultar informações e comprar viagens com assessoria completa.
A comparação a cada compra ganha importância num mercado que segue crescendo. Levantamento da Abracorp (Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas) mostra que as agências associadas faturaram R$ 11,07 bilhões entre janeiro e setembro de 2026, alta de 7,41% sobre o mesmo período de 2025. Em setembro, o número de transações recuou 5%, para 1,63 milhão, enquanto o tíquete médio subiu 7,1% e chegou a R$ 803,67.
Na prática, a empresa compara as ofertas, o viajante usa o mesmo aplicativo e a agência que vendeu a viagem continua sendo o contato para resolver qualquer imprevisto.