Dorsé é misto de bar e restaurante informal que oferece preços atraentes

Estabelecimento foi inaugurado recentemente no Bairro Floresta

por Eduardo Tristão Girão 04/12/2015 08:00

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Marcos Vieira/EM/D.A Press
(foto: Marcos Vieira/EM/D.A Press)
Devagar e sempre, a Rua Sapucaí se firma como ponto de referência no cenário gastronômico de Belo Horizonte. A história, que começou com a inauguração do restaurante Salumeria Central, em 2012, teve novo capítulo no ano seguinte, quando foi aberto o Pecatore, especializado em pescados. Há um ano, foi a vez do bar Benfeitoria e este mês teve as portas abertas por lá o Dorsé, misto de bar e restaurante com ar informal e preços atraentes. Detalhe: o imóvel vizinho está em obras e, logo mais, outra casa funcionará ali.

 

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No caso do Dorsé, o modelo é inspirado claramente na Mercearia 130: PF com upgrade, petiscos, chope e alguns vinhos, sem exagerar no preço. Não por acaso, Elmo Barra, proprietário ao lado de Gustavo Castro, é primo de Raoni Ribeiro, um dos sócios da Mercearia 130 – e que ajudou a definir a cara do lugar. Já o nome da casa é referência aportuguesada ao Museu d’Orsay, em Paris, cujo edifício já abrigou estação ferroviária, a exemplo da história do Museu de Artes e Ofícios, a alguns metros dali, na Praça da Estação.

 

O ambiente simples, com mesas de madeira e cadeiras desemparelhadas, comporta cerca de 40 pessoas. Opções de almoço de terça a sexta ficam escritas na parede, incluindo tilápia (R$ 19), galeto (R$ 18), bife ancho (R$ 29), salmão (R$ 24) e copa lombo (R$ 17) em pratos individuais com guarnição servida à vontade (arroz, feijão, salada e outros itens, como purê de batata, farofa e polenta frita) – à noite, os preços são os mesmos, mas é preciso escolher apenas um acompanhamento (risoto entre eles), servido uma única vez. Há pratos do dia por R$ 20 (cada): terça é dia de costelinha com orapronóbis e polenta mole; quarta tem estrogonofe, por exemplo.

Por enquanto, a casa ainda terceiriza alguns itens (como bolinho de bacalhau) e compra outros congelados (batata e petit gâteau), mas produz por lá, por exemplo, “bruschettas” de massa de pão de queijo que são vendidas com diversas coberturas, como ragu de linguiça (R$ 25) e pera com gorgonzola (R$ 27). Outras pedidas, entre os petiscos, são o lambari frito (R$ 21, 10 unidades), o meio da asa de frango na farinha de pequi (R$ 18, oito unidades) e o torresmo de barriga frito (R$ 19, duas unidades).

 

PASTELEIRO

 

A aranha de gado angus, subcorte da alcatra, foi a opção da dupla para servir com mandioca cozida ou batata frita (R$ 36). “É uma carne macia e com muito sabor, por ter gordura bem marmorizada. E o custo/benefício é bem interessante”, analisa Barra. Também sai do comum a porção de “fajitas pasteleiras”, nada mais que retalhos de massa de pastel fritos que chegam à mesa com molho de carne apimentado.

Para sobremesa, há petit gâteau com sorvete de creme e doce de leite com queijo de minas (R$ 7, cada). Rótulos da cervejaria mineira Bäcker dominam o cardápio, com long necks a partir de R$ 8,90 e chope a R$ 6,30. Cervejas de outras marcas saem por R$ 8,90 (long neck), cáipis partem de R$ 12 e vinhos ficam entre R$ 56 e R$ 84 (garrafa de 750ml). Quem leva de casa deve pagar “rolha” de R$ 20. A cachaça da casa (a mais barata, de R$ 4) vem de Piedade do Rio Grande, onde Barra nasceu.

Dorsé
Rua Sapucaí, 271, Floresta. (31) 3327-8516. Aberto de terça a sexta, das 11h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo, das 12h às 18h.

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