quinta-feira, abril 16, 2026
  • UAI SERVIÇOS
  • BOLETOS E NF
  • ANUNCIE NO UAI
  • PÁGINA DE LOGIN
UAI Notícias
  • Cidades
  • Moda & Beleza
  • Turismo
  • Tecnologia
  • Entretenimento
  • Saúde e bem-estar
  • Finanças pessoais
Sem resultado
Veja todos os resultados
UAI Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Cidades
  • Moda & Beleza
  • Turismo
  • Tecnologia
  • Entretenimento
  • Saúde e bem-estar
  • Finanças pessoais
Início Curiosidades

Cientistas encontram forma de “matar de fome” tumores e explicação surpreende

30/03/2026
Em Curiosidades, Entretenimento
Cientistas encontram forma de “matar de fome” tumores e explicação surpreende

Interferência na produção de energia das células tumorais

EnviarCompartilharCompartilharEnviar

A descoberta de uma molécula que mata células cancerígenas sem afetar tecidos saudáveis surge como uma das abordagens mais promissoras da oncologia moderna. O estudo, conduzido por cientistas na Universidade de Genebra e na Universidade de Marburg, mostra como uma versão “espelhada” de um aminoácido pode desacelerar tumores.

A pesquisa investiga o uso da chamada D-cisteína, capaz de interferir diretamente na produção de energia das células tumorais. A estratégia ainda está em fase experimental, mas já levanta expectativas no meio científico.

O que é a molécula que mata células cancerígenas?

A chamada “molécula espelho” pertence a um grupo de compostos conhecidos como aminoácidos. No corpo humano, eles existem principalmente na forma “L”, que é utilizada pelas células para produzir proteínas.

No entanto, os pesquisadores testaram a versão “D” da cisteína — estruturalmente semelhante, mas com orientação espacial diferente.

Essa diferença, embora sutil, muda completamente o comportamento da molécula no organismo. Enquanto a forma comum participa do metabolismo normal, a versão “invertida” pode interferir em processos específicos das células tumorais.

Ou seja, trata-se de uma abordagem altamente direcionada, baseada em bioquímica avançada.

molécula que mata células cancerígenas
Bloqueio metabólico que impede o crescimento de células cancerígenas

Como a D-cisteína age no metabolismo do câncer?

O funcionamento da molécula que mata células cancerígenas está diretamente ligado à forma como tumores produzem energia.

Pesquisadores identificaram que certas células tumorais possuem transportadores específicos que permitem a entrada da D-cisteína. Já células saudáveis, em geral, não apresentam essa mesma característica.

Uma vez dentro da célula cancerígena, a substância bloqueia a enzima NFS1, essencial para o funcionamento da mitocôndria.

Sem essa enzima:

  • A produção de energia cai drasticamente
  • O material genético começa a apresentar falhas
  • A célula perde a capacidade de se dividir

Na prática, o tumor entra em um estado descrito como “fome metabólica”, no qual não consegue mais crescer de forma eficiente.

Por que essa descoberta chama atenção da ciência?

O principal diferencial dessa abordagem está no efeito seletivo. Diferentemente de tratamentos tradicionais, como quimioterapia, que atingem também células saudáveis, a D-cisteína parece agir de forma mais direcionada.

VejaTambém

Nem dieta nem genética: o fator no seu corpo que pode definir quanto tempo você vive

Nem dieta nem genética: o fator no seu corpo que pode definir quanto tempo você vive

16/04/2026
8 erros alimentares que podem estar sabotando sua saúde sem você perceber

8 erros alimentares que podem estar sabotando sua saúde sem você perceber

16/04/2026

Isso acontece porque:

  • Depende de transportadores específicos presentes em tumores
  • Afeta diretamente o metabolismo alterado das células cancerígenas
  • Preserva tecidos saudáveis em maior escala

Esse tipo de estratégia é considerado um avanço dentro da chamada medicina de precisão.

celula-de-cancer-
Ação seletiva que preserva tecidos saudáveis durante o tratamento

A molécula pode virar tratamento contra o câncer?

Apesar dos resultados promissores, especialistas alertam que ainda há um longo caminho até a aplicação clínica.

O oncologista Stephen Stefani, ligado ao Grupo Oncoclínicas e à Americas Health Foundation, destacou que descobertas laboratoriais nem sempre se traduzem em tratamentos eficazes.

Segundo ele:

“Ter um racional biológico bem definido é importante, mas a maioria dos conceitos não chega a gerar benefício real para pacientes.”

Isso ocorre porque fatores como dose, segurança e interação com outros medicamentos precisam ser testados em humanos.

A descoberta pode mudar o futuro do tratamento do câncer?

A identificação da D-cisteína como possível arma contra tumores reforça uma tendência clara: tratar o câncer explorando suas próprias vulnerabilidades biológicas. Mais do que destruir células indiscriminadamente, a ciência busca agora estratégias inteligentes, que interfiram em mecanismos específicos da doença.

Embora ainda distante da prática clínica, essa descoberta abre caminho para terapias mais eficazes e menos agressivas. A questão que fica é: até que ponto a medicina conseguirá transformar essas promessas laboratoriais em soluções reais para pacientes?

Tags: CiênciaSaúdetumores
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar
ANTERIOR

Traços de personalidade de pessoas que demoram a responder mensagens, segundo a psicologia

PRÓXIMO

Muitos acreditam que ser independente é não precisar de ninguém, mas a psicologia mostra que isso pode ser defesa emocional

PRÓXIMO
Muitos acreditam que ser independente é não precisar de ninguém, mas a psicologia mostra que isso pode ser defesa emocional

Muitos acreditam que ser independente é não precisar de ninguém, mas a psicologia mostra que isso pode ser defesa emocional

Please login to join discussion
Vídeo mostra momento delicado entre vira-lata e bebê e emociona redes sociais

Vira-lata emociona ao encontrar jeito cuidadoso de brincar com bebê e viraliza na internet

16/04/2026
Essa é a planta que ajuda a tratar a dor de dente e a inflamação poucos minutos

Essa é a planta que ajuda a tratar a dor de dente e a inflamação poucos minutos

16/04/2026
Na era do cancelamento, mudar de ideia pode ser visto como fraqueza, mas estudos mostram que isso revela inteligência emocional elevada

Na era do cancelamento, mudar de ideia pode ser visto como fraqueza, mas estudos mostram que isso revela inteligência emocional elevada

16/04/2026

Anuncie no UAI

Entretenimento

    • Famosos
    • Série e TV
    • Cinema
    • Música
    • Variedades

Estado de Minas

  • Gerais
  • Política
  • Economia
  • Internacional
  • Nacional
  • Cultura
  • Saúde e Bem Viver
  • EM Digital
  • Fale com o EM
  • Assine o Estado de Minas

No Ataque

  • América
  • Atlético
  • Cruzeiro
  • Vôlei
  • Basquete
  • Futebol Nacional
  • Futebol Internacional
  • Esporte na Mídia
  • Onde Assistir

TV Alterosa

      • Alterosa Alerta
      • Jornal da Alterosa
      • Alterosa Esporte

Correio Braziliense

Correio Web

Tupi FM

© 2025 Diários Associados - Todos os direitos reservados

  • Política de privacidade
  • Entre em contato
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Cidades
  • Moda & Beleza
  • Turismo
  • Tecnologia
  • Entretenimento
  • Saúde e bem-estar
  • Finanças pessoais

© 2025 Diários Associados - Todos os direitos reservados