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Cão que cheirava obsessivamente o hálito da dona levou à detecção de câncer de pulmão em estágio inicial

14/03/2026
Em Noticia
Cão que cheirava obsessivamente o hálito da dona levou à detecção de câncer de pulmão em estágio inicial

Cão percebeu algo que ninguém notou

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Um pastor alemão chamado Inca detectou um câncer de pulmão em estágio 1 ao cheirar obsessivamente o hálito de sua dona, Colleen Ferguson, moradora de Kent, na Inglaterra. A descoberta precoce permitiu uma cirurgia bem-sucedida sem necessidade de quimioterapia ou radioterapia.

Agora, cientistas do MIT estão desenvolvendo um nariz eletrônico treinado por inteligência artificial que replica a capacidade olfativa dos cães para identificar doenças, com a esperança de transformar essa tecnologia em uma ferramenta clínica acessível em hospitais.

O comportamento incomum de Inca que salvou a vida de sua dona

Colleen Ferguson, ex-professora de ciências, percebeu que algo estava diferente quando Inca, sua pastor alemão de dois anos, começou a fungar insistentemente em direção à sua boca. A cadela mantinha um olhar fixo no hálito de Colleen, franzia a testa, e só se afastava depois que a dona expirava. O comportamento se repetiu por semanas, sem qualquer explicação aparente.

Colleen procurou dentistas e fez exames relacionados à sua intolerância ao glúten, mas todos os resultados deram negativo. Como Inca não desistia do hábito estranho, a inglesa decidiu agendar uma tomografia de corpo inteiro por conta própria. O exame revelou um tumor do tamanho de uma bola de golfe em seu pulmão esquerdo, classificado como câncer em estágio 1. A descoberta foi um choque para Colleen, que nunca fumou e não apresentava nenhum sintoma além de cansaço.

Por que é tão raro detectar câncer de pulmão no estágio inicial?

Cão que cheirava obsessivamente o hálito da dona levou à detecção de câncer de pulmão em estágio inicial
Cão que cheirava obsessivamente o hálito da dona levou à detecção de câncer de pulmão em estágio inicial

Cães realmente conseguem detectar doenças pelo olfato?

Sim, e as evidências científicas são consistentes. A organização britânica Medical Detection Dogs vem conduzindo pesquisas nessa área há mais de 15 anos. Em 2024, a entidade iniciou um estudo inovador com sete cães, entre labradores, cocker spaniels e um retriever, treinados para detectar tumores intestinais apenas pelo cheiro de amostras de urina coletadas de pacientes hospitalares.

Ensaios clínicos já comprovaram que cães treinados conseguem identificar com precisão doenças como câncer de próstata, câncer de bexiga, Covid-19 e até Parkinson. Em alguns testes envolvendo câncer de próstata, a taxa de acerto dos cães chegou a 99%. Claire Guest, CEO e diretora científica da Medical Detection Dogs, afirmou que os cães demonstraram repetidamente que as doenças possuem um odor característico, embora ainda não esteja claro se esse cheiro vem do próprio tumor ou da resposta do corpo à doença.

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Como funciona o nariz eletrônico desenvolvido no MIT?

O Dr. Andreas Mershin, cientista do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), criou em colaboração com a Medical Detection Dogs um nariz eletrônico que utiliza sensores químicos para detectar compostos orgânicos voláteis (COVs), que são minúsculas moléculas de odor liberadas pelo corpo em amostras de urina. O dispositivo é treinado por inteligência artificial de forma semelhante ao treinamento dos cães, sendo “recompensado” digitalmente quando faz identificações corretas.

Atualmente, o nariz eletrônico está sendo testado em 500 amostras de urina de pacientes do Hospital Universitário de Milton Keynes, próximo a Londres, incluindo pacientes com câncer de próstata e controles saudáveis. Em parceria com uma equipe de química da Universidade do Texas em El Paso, Mershin espera que o método seja aprovado como ferramenta clínica em hospitais dentro de dois anos.

Cão que cheirava obsessivamente o hálito da dona levou à detecção de câncer de pulmão em estágio inicial
O cheiro revelou um câncer silencioso

Essa tecnologia poderá estar em smartphones no futuro?

  • Mershin trabalha há anos em um sistema miniaturizado que incorpora receptores olfativos de mamíferos como sensores, com dados processáveis em tempo real por um smartphone comum.
  • Segundo o cientista, a tecnologia com “inteligência olfativa” é a próxima fronteira dos dispositivos pessoais, que já possuem câmeras e microfones embutidos.
  • A visão de longo prazo é criar ferramentas de diagnóstico não invasivas integradas a aparelhos do dia a dia, fornecendo alertas precoces de doenças.

Claire Guest resumiu a importância dessa evolução ao afirmar que, quando treinou o primeiro cão farejador de câncer há mais de 15 anos, o objetivo sempre foi contribuir para o desenvolvimento de uma tecnologia escalável, e não colocar um cão em cada hospital. Para ela, ver o nariz eletrônico começar a se tornar realidade representa um momento de imenso orgulho.

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Tags: cães detectam câncerdetecção de doenças pelo olfatonariz eletrônico MITpastor alemão detecta câncer
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