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Estudante gabarita matemática no Enem 2025 e conquista vaga em Engenharia na USP

11/03/2026
Em Noticia
Estudante gabarita matemática no Enem 2025 e conquista vaga em Engenharia na USP

45 questões certas em matemática no Enem - Créditos: Imagem divulgação Instagram @mateusafonsoalves

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Mateus Afonso Alves, de 18 anos, acertou todas as 45 questões de matemática no Enem 2025 e garantiu uma vaga em Engenharia Mecânica na USP. O jovem, que estuda em Ribeirão Preto (SP), atribui o feito à afinidade com os números desde a infância e a uma rotina intensa de preparação.

Ao conquistar 100% de aproveitamento na disciplina, Mateus gabaritou metade do segundo dia de prova — um resultado que surpreendeu até ele mesmo, já que nunca havia alcançado essa marca em simulados.

A relação de Mateus com a matemática começou ainda na infância

A facilidade com cálculos acompanha Mateus desde criança. Segundo ele, a mãe sempre gostou de matemática, e esse ambiente familiar fez com que estudar a disciplina nunca parecesse um sacrifício. A afinidade com as exatas veio naturalmente. “Eu não me cansava tanto estudando matemática”, revelou o jovem ao falar sobre sua trajetória.

Natural de Araxá (MG), Mateus se mudou para Ribeirão Preto em 2024 com um objetivo claro: cursar Engenharia Mecânica na USP. Para isso, ingressou na Escola SEB AZ Lafaiete, uma instituição particular no centro da cidade, onde fez o segundo e o terceiro ano do ensino médio.

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Em 2024, o estudante já havia prestado o Enem como treineiro. Porém, foi em 2025, na primeira tentativa oficial, que o resultado excepcional veio. Ele mesmo reconhece que não esperava gabaritar, mas sabia que o desempenho nos simulados indicava que era possível.

Como era a rotina de estudos que levou ao gabarito no Enem?

  • Aulas integrais das 7h às 15h20, com conteúdo focado nas disciplinas do Enem e vestibulares.
  • Após as aulas, Mateus permanecia na escola estudando por conta própria até as 19h, com apenas um intervalo curto para descanso.
  • Em casa, ele preparava o jantar, tomava banho e, se houvesse tempo, revisava conteúdos pendentes antes de dormir.
  • Nos finais de semana, participava de simulados completos que ajudavam a treinar o tempo real de prova.

Essa disciplina constante foi essencial para que Mateus chegasse ao dia do exame com segurança. Mas ele destaca que não fez tudo sozinho: a relação com os amigos foi um pilar importante.

O estudante descreveu uma dinâmica de ajuda mútua entre colegas. Quando ele tinha dificuldade em algum assunto, pedia auxílio, e fazia o mesmo pelos amigos. “Tem muita coisa que a gente não sabe fazer e a pessoa do lado acha fácil”, explicou.

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Os professores já apostavam no resultado de Mateus

O desempenho de Mateus chamou a atenção dos docentes desde as primeiras aulas. Daniel Lima, um dos professores de matemática, conta que o aluno fazia perguntas diferenciadas que iam além do conteúdo comum. Daniel chegou a investigar com os amigos do estudante se aquilo era talento ou sorte — e confirmou que Mateus entendia o raciocínio de verdade.

Para Daniel, o maior desafio durante o Enem não é o conhecimento em si, mas a concentração ao longo da prova. Segundo ele, muitos alunos acertam as primeiras questões com facilidade, ficam confiantes demais e acabam cometendo erros por desatenção no meio do exame. Mateus conseguiu manter o foco do início ao fim.

Qual foi a estratégia dos professores para preparar os alunos?

O professor Jefferson Petronilho desenvolveu um método prático que simulava a pressão real do Enem. Durante 50 minutos de aula, os alunos resolviam dez questões aleatórias do exame em apenas 25 minutos — uma média de dois minutos e meio por questão. Na sequência, Jefferson resolvia tudo na lousa.

Essa técnica forçava os estudantes a desenvolverem agilidade e a escolherem estrategicamente por onde começar. Jefferson repetia que não era obrigatório resolver na ordem: o ideal era iniciar pelas questões em que cada um tivesse mais habilidade.

Já o professor Frederico Braga trouxe outra perspectiva. Para ele, a didática que aproxima professor e aluno é o que realmente transforma o aprendizado. Frederico defende que matemática não é apenas conta, mas raciocínio lógico — e que quanto mais próximo o professor estiver do aluno, mais respeito e interesse ele conquista.

Frederico também fazia questão de trazer problemas diferentes e ligados ao cotidiano dos vestibulares que seus alunos iriam prestar. Segundo ele, o diferencial não está em saber tudo que todo mundo sabe, mas em dominar questões que realmente aparecem nas provas.

Por que as questões “modelo Enem” fazem tanta diferença na preparação?

Desde 2009, quando o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) passou a utilizar a nota do Enem como porta de entrada para universidades públicas e privadas, o exame ganhou um padrão reconhecível. Após mais de 16 anos de aplicação, professores experientes já identificam com clareza os tipos de questões que aparecem a cada edição.

Jefferson revelou que a prova de 2025 seguiu o padrão esperado: cerca de quatro questões de estatística, aproximadamente 15 envolvendo gráficos ou tabelas com porcentagem, além de questões de álgebra, geometria e cálculos de área e volume. Conhecer essa estrutura permite direcionar a preparação de forma muito mais eficiente.

Mateus soube aproveitar essa vantagem. Grande parte do seu tempo de estudo foi dedicado a resolver questões de edições anteriores, criando familiaridade com o formato e o nível de dificuldade da prova. Essa prática constante fez com que, no dia do exame, ele se sentisse em terreno conhecido.

Atenção: mesmo alunos com excelente bagagem técnica podem tropeçar por pequenos deslizes. Jefferson explicou que vários colegas de turma de Mateus tinham potencial para gabaritar, mas escorregaram em detalhes e ficaram com 40, 41, 42 ou 44 acertos — desempenhos excepcionais, mas que mostram como a margem de erro no Enem é mínima.

Estudante gabarita matemática no Enem 2025 e conquista vaga em Engenharia na USP
Rotina intensa de estudos todos os dias

O que o resultado de Mateus ensina sobre preparação para o Enem?

A história de Mateus mostra que gabaritar o Enem em matemática não depende apenas de talento natural. É uma combinação de afinidade com a disciplina, rotina de estudos consistente, apoio de colegas, orientação de bons professores e, principalmente, treino com questões no formato real da prova.

Jefferson também destacou um ponto importante: para o perfil do Enem, a habilidade técnica pura não basta. O exame exige leitura, interpretação de textos longos, análise de gráficos e tabelas. Mateus foi desenvolvendo essas competências ao longo do ano, treinando semanalmente com exercícios no modelo Enem, até estar pronto para o desafio completo.

🟢 Gostou das curiosidades sobre como um estudante conseguiu gabaritar matemática no Enem? Bora colocar em prática essas dicas de estudo e compartilhe com alguém que vai adorar saber disso!

Tags: alunoEnemgabaritar matemática
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