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“Amores Materialistas” reúne astros do cinema em um drama romântico de tirar o fôlego!

31/07/2025
Em Entretenimento, Filmes
"Amores Materialistas" reúne astros do cinema em um drama romântico de tirar o fôlego!

Cinema. - Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina

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O filme ”Amores Materialistas”, dirigido por Celine Song, aborda o tema romântico através de uma perspectiva incomum, onde o amor é visto como um negócio. Em um mundo onde aplicativos de relacionamento e padrões sociais da beleza se destacam, a narrativa explora a ideia de que os relacionamentos modernos, de certa forma, são moldados pelo capitalismo e por um desejo de segurança financeira. O contraste entre o amor idealizado e a realidade comercial é central na trama, levando o espectador a considerar até que ponto essas influências são naturais ou impostas.

A história segue Lucy, uma casamenteira interpretada por Dakota Johnson, que opera em uma agência lucrativa dedicada à formação de casais promissores, considerando principalmente aspectos como aparência, profissão e condições financeiras. Durante seu trabalho, Lucy se vê envolvida em um triângulo amoroso com Harry, um magnata vivido por Pedro Pascal, e John, seu ex-namorado interpretado por Chris Evans, que tenta a vida como ator. A escolha de parceiros e a reflexão sobre o amor são temas destacados, questionando se realmente precisamos de algo ou alguém para guiar nossas decisões amorosas.

Como o capitalismo influencia nas escolhas amorosas?

A diretora Celine Song apresenta um olhar crítico sobre como o capitalismo afeta nossas escolhas mais íntimas, evidenciando um mundo onde a estabilidade financeira é vista como uma base essencial para a felicidade. O filme sugere que muitas escolhas, consideradas naturais ou até românticas, são muitas vezes guiadas por interesses econômicos. A personagem de Lucy e suas clientes destacam essa noção, buscando parceiros que proporcionem não apenas amor, mas segurança e conforto financeiro. À medida que as relações se tornam cada vez mais mediadas por interesses materiais, surgem novos debates sobre até que ponto nossas escolhas afetivas são livres ou condicionadas pelo contexto econômico contemporâneo.

A estética na narrativa de ”Amores Materialistas”

O trabalho de cinematografia de Amores Materialistas utiliza a estética visual para reforçar as mensagens do filme. A fotografia alterna entre cenas estáveis e simétricas, que refletem a segurança financeira com Harry, e tomam o estilo mais dinâmico e realista quando retratam os momentos com John. Essa dualidade visualmente repassada guia o espectador através dos sentimentos conflitantes de Lucy e das duas visões opostas de estabilidade e paixão. Pequenos detalhes de figurino, cenário e até de iluminação contribuem para criar a atmosfera capitalista que envolve as relações, tornando o visual uma ferramenta central na narrativa.

O amor como um produto: uma nova norma?

A ideia de que o amor se tornou um produto de consumo é um dos eixos de Amores Materialistas. O filme retrata como, dentro de uma sociedade movida pelo consumo, o amor também precisa se adequar a esses padrões, transformando o sentimento em algo que se pode adquirir ou planejar. Celine Song insere bem o humor ao mostrar como somos levados pela ideia de que é possível comprar o momento perfeito, assim como escolher um parceiro como se fosse um produto em uma prateleira. Ao longo do filme, surgem exemplos de “eventos de vendas” amorosos e encontros planejados minuciosamente, reforçando a crítica e o paralelo com o mercado de consumo.

As nuances de ser valioso em um relacionamento

Ao longo do filme, a questão do valor próprio e do outro dentro de um relacionamento é problematizada. Lucy momentaneamente se vê questionando seu próprio valor e o dos parceiros que considera. Ao dizer que se sente “valiosa”, reflete não apenas sobre o seu valor emocional, mas também sobre o reconhecimento que busca no outro e em si mesma em meio a um cenário de regras pouco convencionais ao amor tradicional. Personagens coadjuvantes também reforçam essas reflexões, elevando o questionamento sobre autovalor frente às exigências do mundo do namoro atual.

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No fim das contas, Amores Materialistas é uma reflexão profunda sobre como as escolhas em nossa vida amorosa são feitas e o que realmente se busca ao procurar um parceiro. A narrativa se desvia dos romances convencionais, oferecendo ao público uma nova perspectiva que mistura realismo e ironia em uma crítica ao amor capitalizado. A mensagem deixa claro que, mesmo em um mundo tão transformado, o amor ainda é uma das forças mais misteriosas e poderosas, mas agora com uma etiqueta de preço atrelada a ele.

Como as redes sociais intensificam a mercantilização do amor?

Pessoas assistindo ao filme. – Créditos: depositphotos.com / IgorVetushko

As redes sociais desempenham um papel importante ao amplificar a ideia de que o amor pode ser tratado como um produto. Plataformas como Instagram e TikTok incentivam a exibição de relacionamentos considerados “ideais”, impulsionando comparações constantes e expectativas comerciais sobre encontros e parcerias. Isso aprofunda ainda mais o impacto do capitalismo nas dinâmicas afetivas, já que imagens de casais felizes, viagens românticas ou demonstrações públicas de afeto se tornam ferramentas de validação social, muitas vezes baseando-se em padrões de consumo e status. Estudos recentes indicam que a busca por likes e aprovação digital molda diretamente comportamentos e necessidades emocionais, tornando as relações ainda mais mediadas pelo olhar do mercado.

O que significa resistir ao amor capitalizado?

Resistir ao amor capitalizado implica questionar os padrões impostos pelo mercado e pela sociedade sobre os relacionamentos, buscando formas mais autênticas de conexão. Muitos teóricos e artistas contemporâneos sugerem que isso envolve priorizar sentimentos genuínos e abrir espaço para vulnerabilidade, em oposição à busca por vantagens financeiras ou sociais. Essa resistência pode se manifestar tanto nas escolhas individuais dos parceiros quanto na rejeição a certas práticas, como a ostentação de presentes caros ou o planejamento excessivo em busca de perfeição, permitindo que o amor aconteça de maneira mais espontânea e menos condicionada por valores de mercado. Iniciativas de movimentos sociais e relatos de pessoas que buscam experiências afetivas fora dos moldes tradicionais ganham força, demonstrando que ainda há novas possibilidades de se relacionar sem atender às exigências do mercado.

Tags: Amores MaterialistasFilmefilme em destaque
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