Netflix lança nova versão de 'Perdidos no espaço' nesta sexta (13)

Sucesso da TV na década de 1960, produção deu origem a filme na década de 1990 e chega ao serviço de streaming tentando vencer a máquina do tempo

por Mariana Peixoto 13/04/2018 11:00
Netflix/divulgação
Dez episódios já estão disponíveis (foto: Netflix/divulgação)
Uma produção para a família em que o bem sempre vence o mal, apesar de tudo. Perdidos no espaço fez história na década de 1960. Produzida entre 1965 e 1968, a série teve 84 episódios. Virou cult, foi reexibida à exaustão na TV e chegou a ganhar versão para cinema, 30 anos mais tarde, com elenco estelar – Gary Oldman e William Hurt foram os protagonistas.

A Netflix lança hoje os 10 episódios de uma nova versão da série. A despeito da passagem do tempo, o mote é o mesmo. No piloto, os Robinson – o pai, John (Toby Stephens), um militar; a mãe, Maureen (Molly Parker), engenheira espacial; e os três filhos, Penny (Mina Sundwall), Judy (Taylor Russell) e Will (Maxwell Jenkins) –, uma família de colonizadores do espaço, sofre um acidente, em 2046, e vai parar em um planeta desconhecido.

A partir daí desenvolvem-se as aventuras do quinteto. Já no final do episódio fica claro que eles não vão demorar a ter companhia. O destaque fica para a aparição, nos minutos finais, da comediante Parker Posey. Rapidamente percebemos que caberá a ela o papel do mais icônico personagem da série original: Dr. Smith (interpretado, com muita afetação, por Jonathan Harris nos anos 1960). Só que ela será uma impostora.

Outra grande mudança à vista é a ausência do robô B9, aquele que anunciava “Perigo! Perigo!” sempre que havia algo errado – brinquedo obrigatório de crianças e adultos nas décadas passadas. Em seu lugar, o primeiro episódio já mostra, haverá um alienígena aparentemente assustador que salva os Robinson sempre que necessário.

O piloto vai e volta no tempo para contextualizar a história – é bom lembrar: parte do público da Netflix não conhece a série original. Vemos que os Robinson decidiram ir para o espaço em meio à crise do casal John e Maureen. E o garoto Will tem lá seus motivos para não se achar digno de estar na expedição.

O Will de Maxwell Jenkins (que teve um papel recorrente em Sense8, como a versão criança do personagem Will Gorkin) demonstra, já na estreia, que tem carisma suficiente para se tornar a sensação da produção. A história, em si, não traz nenhuma grande inovação, considerando-se os 50 anos que dividem as duas séries.

Ainda que efeitos especiais e cenários não tenham nada a ver com o Perdidos no espaço dos anos 1960, a narrativa é centrada nos perigos que os Robinson sofrem em ambiente hostil. Já na estreia assistimos a Maureen se ferir gravemente, Judy quase morrer congelada e Will sofrer um bocado com uma criatura estranha. No fim, todos se safam. Até a próxima aventura.

PERDIDOS NO ESPAÇO
Os 10 episódios da série estão disponíveis a partir desta sexta-feira (13) na Netflix.

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