Fogos da virada e os pets: 5 dicas para amenizar o sofrimento dos animais

Saiba como proteger os animais do maior terror para eles durante as festas do ano-novo

por André Baioff* 30/12/2018 14:31
Montagem sobre fotos de PxHere
(foto: Montagem sobre fotos de PxHere)

Para algumas pessoas, planejar o réveillon é uma missão que inclui um importante integrante da família: os pets. Os fogos de artifício, que tanto alegram a celebração, se tornam um martírio para os aguçados e sensíveis ouvidos dos animais.

Priscila Brabec, médica veterinária e gerente de produtos da unidade de pets da Ceva Saúde Animal, preparou dicas que ajudam a melhorar o bem-estar dos cães durante a queima de fogos:

1- Não deixe o animal sozinho: é indicado que o tutor deixe o cão em quarto preparado e aconchegante e fique junto ao pet. Isso evita acidentes e, muitas vezes, serve como ferramenta para minimizar o medo do animal.

2- Coloque algodão no ouvido: a medida é simples, basta enrolar um chumaço de algodão e colocar no ouvido do pet. O item deve ficar firme para não cair da orelha durante o momento de agitação, porém, é preciso tomar cuidado ao introduzir o algodão para não machucar o animal.

3- Prepare o ambiente: para segurança do pet, prepare um quarto com os brinquedos preferidos e as comidas/petiscos de que ele goste. Mantenha as janelas e as portas fechadas. Como muitos animais se escondem por conta do barulho e podem acabar buscando abrigo em locais perigosos, a melhor saída é criar um refúgio em um ambiente seguro.

Orientações
A seguir, conselhos da Julia Oliveira de Camargo, médica veterinária pela Universidade Anhembi Morumbi, para agir com os pets:

4- Sedativos e medicações naturais: atualmente, existem alguns sedativos que podem ser dados aos animais e que ajudam a acalmar e a relaxar. Porém, nem todos os animais podem tomar esse tipo de medicação. “Os riscos aumentam em algumas situações e precisam ser verificados, principalmente com animais idosos”, afirma Julia. Por isso, o ideal é que eles passem por um veterinário antes, para verificar se estão realmente aptos a tomar sedativos. “Existem também outras medicações que são mais naturais, como florais e remédios feitos de flores e frutas”, esclarece a veterinária.

5- Atenção às reações dos pets: Julia afirma que as reações mais comuns do animal são ficar bastante agitado, pular e latir muito, como se estivesse muito estressados. Porém, há casos mais graves, em que os pets chegam a se debater e a se cortar. “Há relatos ainda de rojões que caem dentro de algumas casas, os donos nem percebem, os animais colocam o rojão na boca e ele estoura, causando ferimentos extremamente graves ou até mesmo a morte”, lamenta.

(* Estagiário sob supervisão de Sibele Negromonte)

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