É um documentário, mas, como o próprio diretor gosta de lembrar, há vários tipos de filmes. “Não é um registro jornalístico, uma entrevista. Tem dramaturgia, elementos de ficção. O roteiro deu muito trabalho, tem começo, meio e fim. Eu tinha de pensar na complexidade do que envolve o Chico, mas sem deixar ficar pesado. Há muitas ideias e temas por trás do que ele fala e dá para trabalhar de maneira simples com isso, deixando as pessoas pensativas depois de saírem do cinema”, observa.
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“Ele é uma pessoa super bem-humorada, mas que começou a fazer muito sucesso e muito cedo. Foi muito aplaudido e muito apedrejado. Criou alguns escudos, o que é natural para quem viveu intensamente como ele”, conta. Tudo isso já seria suficiente para manter o espectador interessado, mas o diretor ainda quis rechear a produção com outros artistas cantando músicas de Chico, como Ney Matogrosso, Monica Salmaso, Moyses Marques e o dueto de Milton Nascimento com a portuguesa Carminho.