Tal riqueza de informações, colhidas na Agência Central de Inteligência norte-americana (CIA), levou inclusive senadores republicanos a criar comitê para saber se a diretora e o roteirista Mark Boal tiveram acesso a segredos militares. Há muitos que creditam isso ao fato de Bigelow não ter sido incluída na indicação a melhor diretor (a produção concorre a melhor filme, edição, edição de som, roteiro e atriz para Jessica Chastain).
Mesmo com a base documental, o filme traz muito de ficção. Na história, Maya (Chastain) é uma agente que chega a uma prisão secreta da CIA para observar os trabalhos do colega Dan (Jason Clarke). Este interroga um detido. Como ele se recusa a falar, é torturado. As torturas vão seguindo, até que Maya, agora endurecida, torna-se uma pessoa obcecada em eliminar Bin Laden.
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