Festival traça panorama mundial de curtas em BH

Além do Brasil, FestCurtasBH traz obras da França, Bósnia, EUA, Lituânia, África do Sul, Rússia e Suíça

05/09/2012 09:50

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FCS/Reprodução
Viagem à Lua será exibido no Grande Teatro do Palácio das Artes com trilha ao vivo de Arnaldo Batista (foto: FCS/Reprodução)
 
A 14ª edição do Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, de 14 a 23 de setembro, vai exibir mais de 170 filmes, traçando amplo panorama da produção mundial, com obras da França, Bósnia, Estados Unidos, Lituânia, África do Sul, Rússia, Suíça e, claro, do Brasil. O FestCurtasBH terá também debates, sessões comentadas e oficinas, toda a programação gratuita e a presença de grandes nomes do cinema brasileiro e estrangeiro em três espaços da cidade: Cine Humberto Mauro, Sala Juvenal Dias e Cult Club Cine Pub (CCCP). 

Mantendo a tradição, o evento promovido pela Fundação Clóvis Salgado manterá as mostras competitivas internacional, Brasil e Minas, que reúnem 73 filmes na disputa. Além delas, mais sete mostras especiais estão programadas: Movimentos de mundo, Animação, Maldita, Infantil e Juventude; e a seleção dos curadores convidados. Tiago Mata Machado traz filmes emblemáticos do underground americano, homenagem à trajetória de Robert Frank e Ron Rice; e o curador do Festival Internacional de Rotterdã, Theus Zwakhals, escolheu os principais destaques da edição 2012 do evento holandês para mostrar aos belo-horizontinos. Confira a programação completa em www.festcurtasbh.com.br.

Para a cerimônia de abertura está prevista a exibição de um dos principais marcos da história do cinema, o filme Viagem à lua, de George Méliés, no Grande Teatro do Palácio das Artes, com trilha especialmente produzida por Arnaldo Batista. O músico tocará ao vivo durante a exibição do curta-metragem. A cerimônia, aberta ao público, será no dia 14, às 19h, e vai inaugurar ainda o evento Noite branca, também realizado pela Fundação Clóvis Salgado. Depois da exibição do filme de Méliés, outros quatro curtas serão exibidos na sequência. O francês La règle de trois, de Louis Garrel; o russo Hermeneutics, de Alexei Dmitriev; o alemão The centrifuge brain project, assinado por Till Nowak; e o japonês The great rabbit, de Atsushi Wada, vencedor do Urso de Prata em 2012, no Festival de Berlim. 



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