MC Mirella dança com microcalcinha e tamanho da região íntima intriga fãs
Fernanda passou pelo procedimento após apresentar dificuldades para respirar e dormir; pediatra explica os sinais que podem indicar a necessidade de cirurgia
Reprodução Instagram
A cirurgia de Fernanda, filha de Biah Rodrigues e Sorocaba, chamou atenção para um problema comum durante a infância: o aumento da adenoide. Aos 4 anos, a menina passou pelo procedimento após apresentar dificuldades para respirar e dormir. Segundo Biah, ela acordava cansada, tinha olheiras e ficava irritada, mesmo dormindo cedo. Após a operação, recebeu alta no mesmo dia e se recupera em casa.
A adenoide é um tecido localizado na parte posterior do nariz e participa do sistema de defesa do organismo. Na infância, é comum que ela aumente naturalmente, mas, em alguns casos, o crescimento pode dificultar a passagem do ar.
"A adenoide é uma estrutura normal do organismo da criança e tem uma função de defesa. O problema acontece quando ela cresce demais e começa a obstruir a passagem de ar. Nesse cenário, a criança pode passar a respirar pela boca, roncar e ter um sono de pior qualidade", explica a pediatra Dra. Ana Carolina Viegas.
O ronco ocasional nem sempre representa um problema, mas quando se torna frequente e aparece acompanhado de boca aberta, sono agitado ou pausas na respiração, o quadro precisa ser investigado.
"Os pais devem observar principalmente como a criança respira durante o sono. Ronco recorrente, boca aberta, movimentos excessivos durante a noite e cansaço ou irritabilidade durante o dia são sinais que merecem uma avaliação pediátrica. Uma criança pode dormir muitas horas e, ainda assim, não ter um sono reparador", alerta Ana Carolina Viegas.
Ter a adenoide aumentada não significa necessariamente que a criança tenha uma condição grave. A preocupação está nos efeitos de uma obstrução persistente, que pode comprometer o sono e, em situações mais importantes, favorecer distúrbios respiratórios, como a apneia.
"A gravidade depende do tamanho da adenoide e, principalmente, dos sintomas que ela provoca. Não é simplesmente olhar para o tamanho do tecido e decidir que precisa operar. É necessário entender como aquela obstrução está afetando a respiração, o sono e a qualidade de vida da criança", afirma a pediatra.
A cirurgia não é indicada para todos os pacientes. A decisão depende da intensidade dos sintomas, do grau de obstrução e da resposta aos tratamentos clínicos. Quando há prejuízos persistentes à qualidade de vida, o otorrinolaringologista pode recomendar a adenoidectomia, procedimento que remove o tecido.
"A cirurgia é indicada quando existe uma obstrução significativa ou quando os sintomas persistem e provocam prejuízos para a criança. Quando bem indicada, a adenoidectomia é um procedimento bastante realizado na população pediátrica, mas a decisão deve ser individualizada e tomada pela equipe médica que acompanha o paciente", explica Ana Carolina Viegas.
O caso de Fernanda reforça a importância de observar sinais que podem ser confundidos com comportamentos normais da infância. Roncar com frequência, respirar pela boca, ter um sono inquieto ou acordar cansado são situações que merecem avaliação quando persistem. Nesses casos, os responsáveis devem procurar o pediatra e, se necessário, um otorrinolaringologista pediátrico.
Call of Duty: Modern Warfare 4 inicia o segundo fim de semana do Beta com novos mapas, modos e a chegada ao Nintendo Switch 2
Activision abre a pré-venda de Call of Duty: Modern Warfare 4 no Nintendo Switch 2
KaBuM! celebra Dia do Gamer com live de descontos na Galeria Magalu
Oswaldo Montenegro apresenta nova versão de A Dança dos Signos em BH