Influenciadora afirma viver em trisal com jogador do Atlético-MG e esposa
Peça usada no enterro do vocalista impressiona familiares após quase 30 anos
Reprodução Instagram
Quase três décadas após a tragédia que ceifou a vida dos integrantes do "Mamonas Assassinas", um item do vocalista Dinho chamou atenção ao ser encontrado intacto durante a exumação dos corpos. A jaqueta, usada para o enterro do cantor, estava preservada no caixão, surpreendendo familiares e fãs.
"A jaqueta estava ali há 30 anos e parecia que tinha sido colocada ontem", revelou Jorge Santana, primo de Dinho e CEO da marca Mamonas, destacando o estado impressionante da peça. Durante a cerimônia, Jorge explicou a decisão sobre o futuro do item:
"Foi, para mim, o momento mais impactante de tudo. A jaqueta foi algo inusitado e, por estar em bom estado e não estar junto aos restos mortais, pensamos em mantê-la exposta no memorial. Possivelmente vamos deixá-la exposta. Ela vai ser tratada e emoldurada. Foi um momento complicado, difícil, mas a gente passou junto."
A exumação foi realizada com a autorização das famílias, quase 30 anos após o acidente aéreo que encerrou a carreira do grupo. Além de reverenciar a memória dos músicos, parte das cinzas será utilizada no plantio de cinco árvores no BioParque Cemitério, em Guarulhos, como gesto de preservação ambiental e continuidade simbólica da história da banda.
O espaço, chamado de Jardim BioParque Memorial Mamonas, seguirá o conceito de unir homenagem póstuma, cuidado com a natureza e vínculo afetivo. As cinzas serão incorporadas às sementes de espécies nativas, transformando lembrança em renovação.
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