Influenciadora afirma viver em trisal com jogador do Atlético-MG e esposa
Valéria Zoppello, fotógrafa e proprietária de orquidário, mantém a memória de Dinho viva enquanto constrói sua própria vida longe dos holofotes
Reprodução Instagram
Valéria Zoppello namorava Dinho, vocalista do "Mamonas Assassinas", na época do trágico acidente que levou a vida de toda a banda. Nesta segunda-feira (23/2), os corpos dos cinco integrantes do grupo serão exumados, marcando 30 anos do episódio que chocou o Brasil. A repercussão do evento trouxe novamente atenção para Valéria, que segue preservando a memória de Dinho discretamente.
Fotógrafa, apaixonada por viagens, natureza e animais - como se apresenta nas redes sociais - Valéria também é dona do Orquidário Cantareira, empreendimento de venda de orquídeas localizado na Serra da Cantareira, em São Paulo. Com mais de 158 mil seguidores no Instagram, ela compartilha fotos das flores que cultiva, recebendo frequentemente comentários sobre o vocalista do Mamonas.
Em sua última postagem, de 1º de janeiro, fãs escreveram: "Penso que se Dinho te conhecesse hoje, se apaixonaria tudo de novo! Você é linda". Outro comentou: "Esse eu dedico para você: 'Mina, seus cabelo é daora...'", em referência ao clássico "Pelados em Santos". Embora permaneça viva na memória dos fãs, Valéria raramente se pronuncia sobre o relacionamento com Dinho. Em janeiro de 2024, ela declarou: "Sim, namorei um dos homens mais lindos, talentosos, desejados e engraçados do Brasil. Sim, nosso amor sempre foi verdadeiro e fortíssimo, e o levaria comigo eternamente."
Memorial Mamonas Assassinas
A exumação incluirá Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli, com o objetivo de cremar os restos mortais e inaugurar o Jardim BioParque Memorial Mamonas, no Cemitério Primaveras, em Guarulhos, São Paulo, onde todos estão enterrados. Não há previsão de exumação para Sérgio Saturnino Porto, segurança da banda que também faleceu no acidente de 1996. O projeto do memorial une lembrança e preservação ambiental: as cinzas dos músicos serão combinadas com sementes de espécies nativas, criando um espaço que permite à comunidade plantar árvores usando as cinzas de seus entes queridos.
"É um lindo projeto onde temos um Memorial Mamonas Assassinas cheio de boas lembranças com fotos. Cada árvore irá representar um artista! [É] algo inovador que, depois de trinta anos, nós, os familiares, resolvemos aderir", afirmou Jorge Santana, CEO da marca Mamonas e primo de Dinho. Ele reforçou: "Para a gente, Mamonas continua sendo um motivo de muito orgulho, onde a memória tem e deve ser preservada."
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