Influenciadora afirma viver em trisal com jogador do Atlético-MG e esposa
Influenciador refletiu sobre suas dependências em entrevista recente
Reprodução/Instagram
Aos 40 anos, o influenciador Erasmo Viana abriu o coração ao abordar publicamente um capítulo sensível de sua trajetória pessoal.
Conhecido por seu estilo de vida saudável e por compartilhar treinos, viagens e momentos do cotidiano com mais de 2 milhões de seguidores, ele usou as redes sociais para revelar o processo de superação de dois vícios que marcaram sua vida: o consumo de maconha e pornografia.
Em um vídeo publicado em seu perfil — que ultrapassou 400 mil visualizações — Erasmo classificou o relato como “o vídeo mais importante” que já gravou. Em entrevista ao gshow, ele explicou a motivação por trás da decisão de expor o tema:
"Já estou muito bem resolvido com esse assunto e, também, sinto a responsabilidade de trazer algo positivo para as pessoas. Visto que as redes sociais se tornaram cada vez mais superficiais, mais egocêntricas. E, depois de um certo tempo, até com a maturidade, me senti no dever de compartilhar algo que sei que algumas pessoas podem estar passando. Elas também podem se curar através do que eu falei, de atividade física, através da conexão com Deus", disse.
O influenciador relatou que o caminho até a superação não foi fácil e que, entre os dois vícios, o mais desafiador foi a dependência da maconha.
"E o mais difícil [vício de abandonar] foi a maconha. Sempre esteve associada a dormir, sempre usava quando estava prestes a dormir. E achava que não conseguiria [parar de usar], por ter insônia", relembrou.
Erasmo também enfrentou o vício em pornografia, hábito que, segundo ele, teve início ainda na adolescência e se intensificou com o tempo, especialmente com o fácil acesso proporcionado pela internet e o uso do celular.
"Fui um adolescente que gostava muito de ver vídeos. E depois, na fase adulta, por ter vários relacionamentos, e acho que o uso do celular também, acabou despertando muito essa facilidade de acessar. Cada vez mais isso ia aumentando e chega uma hora que a gente acha que é super normal", iniciou
"Hoje em dia as pessoas não comentam muito isso, porque acham que é normal o excesso de masturbação, de sexo, de procurar novos relacionamentos, de filmar. Tudo isso acaba sendo normalizado e quando você cai na realidade, você vê que você está preso nisso", contou.
Segundo ele, a decisão de romper com esses comportamentos veio da percepção de que eles estavam em desacordo com o estilo de vida que desejava levar.
"Hoje, com 40 anos, depois de muito tempo consumindo tanto a pornografia quanto a maconha, não me sentia independente das minhas emoções. Sentia que era totalmente vulnerável a ter esse tipo de prazer. E por ser uma pessoa que sempre buscou o autocontrole a vida toda, achava que não era coerente com a vida que queria levar", explicou.
"Depois de um certo tempo, criando essa maturidade, sabendo onde quero chegar, essas coisas não poderiam fazer mais parte. Tive que assumir as rédeas das minhas emoções, dos meus hábitos, dos meus desejos. E, desde então, comecei essa luta, que também não é muito fácil. Mas sabia que tinha algo a meu favor, principalmente por ser uma pessoa saudável, que sempre treinou, que sempre teve essa vida ligada ao esporte", completou.
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