A apresentadora PatrÃcia Maldonado, que esteve até 2015 como contratada da Band, voltou ao canal na última quinta-feira (25/08). Infelizmente, a comunicadora foi recebida no Melhor da Tarde, de Catia Fonseca e deu detalhes do acidente de trânsito que envolveu os pais, Florinda Maldonado Aricó e Vicente Arico.
"A gente tem um caso agora, da PatrÃcia Maldonado, que vai conversar com a gente, que imagine: o pai e a mãe dela, que já são de mais idade foram na farmácia pertinho de casa e sofreram um acidente", iniciou Catia ao contar a triste situação. Na sequência, o programa da Bandeirantes exibiu uma matéria que detalhou o acidente que aconteceu em fevereiro deste ano em Valinhos, no interior de São Paulo.
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A reportagem exibida destaca que Florilda morreu na hora. Além disso, o pai da jornalista também ficou gravemente ferido. A matéria ainda destaca que o condutor do veÃculo que estava em alta velocidade no momento da colisão fugiu sem prestar socorro, pouco depois foi detido, mas pagou fiança e foi liberado. PatrÃcia ficou indignada com o rumo da história porque o caso está sendo tratado como acidente de trânsito normal e pede que o motorista pague de forma criminal.
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Ao vivo, Maldonado não segurou as lágrimas e explicou os motivos pelo qual ficou indignada: "Ele pegou meu pai na contramão! É tão bizarro pensar que uma pessoa dessa transformou um carro numa arma, porque é quando a gente passa no sinal vermelho ou anda numa velocidade muito acima da permitida", iniciou.
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A apresentadora contou que não houve perÃcia no veÃculo para constatar a alta velocidade e contou que haviam provas: "Não teve nem perÃcia, o carro foi liberado. Tem outras perguntas que não foram respondidas…Eu não conheço [o motorista] e nem quero saber de nenhum tipo de detalhe dele. Mas como que alguém comete um crime como esse. Meu pai ficou todo machucado e ele nem sequer foi até a porta do carro ver como eles estavam", afirmou.
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"Tinha uma câmera de segurança de um condomÃnio que ficava quase em frente ao local do acidente. No dia do acidente, chamaram na delegacia meu irmão pra ver as imagens e aà qualquer pessoa que tivesse feito uma aula de fÃsica na vida, sabe que com aquela imagem você vê a distância percorrida pra ver a velocidade […] Disseram que quando foram pedir oficialmente no condomÃnio, as imagens já tinham sido apagadas", acrescentou.
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O caso está sendo investigado como homicÃdio culposo, quando não há a intenção de matar. A famÃlia pede que a investigação considere dolo eventual, quando o infrator assume o risco de cometer crimes consequentes de sua atitude.
Â"Minha mãe não teve chance de ser resgatada, ela morreu na hora. Como alguém pode encarar como um acidente normal. Uma pessoa morreu e nunca mais vai estar aqui".
O clima da atração foi de tristeza e cobrança por atitudes dos órgãos competentes, confira, abaixo, um trecho da entrevista: