Brasil é o segundo país do mundo com maior incidência de polineuropatia amiloidótica familiar

Mal degenerativo começa nos pés e pode levar à morte

por Revista do CB 16/08/2016 15:00

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No começo, dormência. Em seguida, dor, acompanhada de diarreia e risco de parada cardiorrespiratória. Esse é o mecanismo de ação da polineuropatia amiloidótica familiar (PAF), conhecida como a doença dos pezinhos. De acordo com a Associação Brasileira de Paramiloidose (ABPAR), atualmente, cerca de 2 mil pessoas enfrentam o mal no Brasil, o que torna o país vice-campeão em incidência. Os números, inclusive, levaram a associação a lançar uma campanha nacional de conscientização, Com o pé direito contra a paramiloidose, para alertar a população sobre o problema.

O pódio fica com Portugal, principalmente nas cidades de Póvoa do Varzim e Vila do Conde. A correlação não é à toa: a suspeita da comunidade médica é que, a partir dessas cidades, a doença tenha se disseminado para o restante do mundo, com as grandes navegações do século 15 e, claro, com a colonização do território brasileiro. Os primeiros relatos da PAF datam de 1952 e foram divulgados pelo neurologista português Corino Andrade.

Valdo Virgo / CB / D.A Press
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