Uma nova modalidade de fraude tem usado dados de contribuintes para criar cobranças falsas, enganando vítimas por meio de sites que imitam o portal oficial do Governo.
O golpe se aproveita de urgência e credibilidade para induzir pagamentos de débitos inexistentes, tornando fundamental estar atento aos sinais de fraude.
Como os golpistas usam CPF e dados reais para aplicar o golpe
O golpe do CPF falso se baseia no uso de informações pessoais legítimas, como nome e CPF, obtidas de forma ilegal. Isso confere veracidade aparente às cobranças e aumenta a chance de vítimas caírem no truque.
Os criminosos criam páginas falsas que replicam cores, símbolos e layout do portal gov.br, mas o endereço nunca termina em gov.br.
Quais estratégias os golpistas utilizam para gerar urgência?
Veja algumas das táticas mais comuns usadas para pressionar a vítima:
- Envio de mensagens com prazos curtos, muitas vezes de poucos minutos;
- Promessa de desconto para pagamento imediato;
- Ameaças de bloqueio do CPF ou contas bancárias;
- Uso de termos como “último aviso” ou “pagar agora” para pressionar a vítima.

Como identificar sites falsos que imitam a Receita Federal
Confira sinais que indicam que uma página pode ser falsa:
- Verifique se o endereço termina em gov.br, digitando-o manualmente no navegador;
- Desconfie de páginas que solicitam pagamento rápido ou oferecem descontos incomuns;
- Atenção a erros de formatação ou links suspeitos que não correspondem ao site oficial;
- Prefira sempre acessar o e-CAC com login seguro para consultar pendências.
Alertas oficiais da Receita Federal sobre cobranças falsas
A Receita Federal destaca práticas que NUNCA realiza:
- O órgão nunca envia links de cobrança por e-mail, mensagem ou redes sociais;
- Não estabelece prazos curtos nem exige pagamento imediato;
- Não oferece descontos para pagamentos urgentes;
- Todos os débitos oficiais devem ser consultados apenas pelo e-CAC do gov.br.
Dicas práticas para se proteger de fraudes com CPF
Algumas medidas simples ajudam a evitar cair em golpes:
- Cheque sempre o canal oficial antes de pagar qualquer débito;
- Ignore mensagens suspeitas que geram pressão ou urgência;
- Use senhas fortes e autenticação de dois fatores no gov.br;
- Mantenha antivírus atualizado e navegue com cuidado em links desconhecidos.






