quarta-feira, abril 8, 2026
  • UAI SERVIÇOS
  • BOLETOS E NF
  • ANUNCIE NO UAI
  • PÁGINA DE LOGIN
UAI Notícias
  • Cidades
  • Moda & Beleza
  • Turismo
  • Tecnologia
  • Entretenimento
  • Saúde e bem-estar
  • Finanças pessoais
Sem resultado
Veja todos os resultados
UAI Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Cidades
  • Moda & Beleza
  • Turismo
  • Tecnologia
  • Entretenimento
  • Saúde e bem-estar
  • Finanças pessoais
Início Curiosidades

O comportamento estranho que ajuda animais a escapar de predadores

03/03/2026
Em Curiosidades, Entretenimento
O comportamento estranho que ajuda animais a escapar de predadores

A tanatose é o nome dado ao comportamento de fingir estar morto para tentar sobreviver

EnviarCompartilharCompartilharEnviar

Tanatose é a estratégia de fingir-se de morto usada por animais como gambás, serpentes e insetos para escapar de predadores, reduzindo movimentos e sinais vitais até surgir chance de fuga.

Imagine um gambá encurralado por um cachorro no quintal: em vez de correr, ele simplesmente cai de lado, fica imóvel e “vira um defunto” na grama. Essa cena curiosa não é exagero de filme; é uma estratégia real de sobrevivência muito mais comum na natureza do que parece, e ajuda muitos animais a escapar de situações de extremo perigo.

O que é tanatose e por que alguns animais fingem estar mortos

A tanatose é o nome dado ao comportamento de fingir estar morto para tentar sobreviver. Em vez de fugir ou atacar, o animal “desliga” e fica completamente imóvel, como se seu corpo tivesse desistido ali mesmo. Esse truque costuma aparecer quando todas as outras opções parecem ter falhado.

Em muitos bichos, essa reação é quase automática, ligada ao sistema nervoso e ao estresse. Alguns ficam com o corpo rígido, respiração quase invisível e olhar fixo, como uma estátua. Esse estado pode durar poucos segundos ou vários minutos, dependendo da espécie e da gravidade do perigo.

Na maioria das vezes, quando o cachorro dorme de barriga para cima, isso mostra que ele está se sentindo seguro e relaxado no ambiente

Como funciona a tanatose no corpo dos animais

Quando entra em tanatose, o animal reduz ao máximo qualquer movimento que possa chamar atenção. Em certas espécies, a frequência cardíaca diminui e a respiração fica tão lenta que parece ter parado, o que ajuda a enganar predadores que se orientam muito pelo movimento e, em alguns casos, também pelo cheiro liberado pelo corpo.

É como se o corpo ativasse um “modo de desligamento” de emergência. Para muitos caçadores, um animal aparentemente morto pode parecer pouco interessante, arriscado ou “velho demais”, e isso aumenta as chances de o predador simplesmente largar a presa e ir embora. Em estudos comportamentais, pesquisadores medem até a duração dessa imobilidade para entender quando o animal “decide” se mexer de novo.

Por que fingir estar morto pode ser uma boa ideia na natureza

Na prática, nem todo predador se interessa por um animal que parece sem vida. Alguns evitam carcaças por medo de doenças ou porque preferem gastar energia apenas com presas ativas e saudáveis. Nessas situações, ficar imóvel pode ser muito mais seguro do que tentar correr sem chance, especialmente para espécies pequenas e fisicamente frágeis.

Também existem casos em que o predador se distrai ao achar que já venceu a disputa. Estudos com pequenos mamíferos e insetos mostram que, depois de algum tempo de imobilidade, o agressor relaxa a mordida ou muda de posição, e é nesse pequeno descuido que o animal em tanatose consegue escapar de repente. Em ambiente natural, essa fuga súbita pode ser decisiva para alcançar um esconderijo próximo. Se você gosta de curiosidades, separamos esse vídeo do canal
Momento Natureza
mostrando mais sobre a tanatose:

VejaTambém

Catador cria carrinho com sombra para proteger cães do calor no litoral gaúcho

Catador adapta carrinho para proteger cães do calor e gesto emociona nas redes

02/04/2026
Catador cria carrinho com sombra para proteger cães do calor no litoral gaúcho

Morador de Capão da Canoa transforma carrinho em abrigo móvel e conquista corações nas redes sociais

29/03/2026

Quais animais usam o fingimento de morte como defesa

O fingimento de morte é encontrado em muitos grupos diferentes, de mamíferos e aves até répteis, anfíbios e insetos diversos. Cada espécie tem seu “estilo” de tanatose, mas o objetivo é sempre o mesmo: aumentar as chances de sair vivo de um encontro perigoso com um predador em potencial.

  • Opossuns (gambás): Ficam imóveis, corpo de lado, olhos semicerrados e, às vezes, liberam um cheiro forte, parecido com o de carniça, reforçando a ilusão de que já estão mortos.
  • Insetos como besouros e percevejos: Se jogam no chão e permanecem de barriga para cima, sem reação, até a ameaça sumir, e alguns ainda dobram as pernas para dentro do corpo, imitando um cadáver ressecado e pouco atraente para o predador visual.
  • Répteis, como algumas serpentes: Enrolam o corpo, abrem a boca e deixam a língua para fora, reforçando a aparência de morte; certas espécies podem até exalar um odor desagradável, simulando um animal em decomposição para afastar curiosos.
  • Aves terrestres: Fêmeas em ninhos no solo podem ficar totalmente imóveis para não chamar atenção para ovos ou filhotes vulneráveis, confiando na camuflagem das penas e na ausência de movimento para enganar predadores que buscam algo se mexendo na vegetação baixa.

Como a tanatose surgiu e se manteve na evolução

Do ponto de vista da evolução, comportamentos que aumentam a chance de sobrevivência tendem a ser preservados ao longo das gerações. Animais que, por características genéticas, conseguiam “congelar” diante do perigo e escapar dos predadores deixaram mais descendentes, espalhando esse padrão comportamental na população.

Com o tempo, essa resposta foi ficando mais comum em espécies muito caçadas ou que não são tão rápidas para fugir ou se esconder. Em ambientes naturais, a tanatose se soma a outras táticas, como camuflagem, corrida e ameaças, criando um conjunto variado de estratégias para lidar com cada tipo de ameaça específica, desde predadores solitários até grupos que caçam de forma coordenada e persistente.

Tags: animaisanimais fingem estar mortossobrevivência
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar
ANTERIOR

Cinco objetos do dia a dia que funcionam melhor que comprar um vaso caro para suas plantas

PRÓXIMO

Cinco nomes curtos femininos simples que unem tradição e modernidade

PRÓXIMO
Cinco nomes curtos femininos simples que unem tradição e modernidade

Cinco nomes curtos femininos simples que unem tradição e modernidade

Please login to join discussion
A psicologia explica por que quem evita fazer ligações pode sentir desconforto maior com comunicação em tempo real

A psicologia explica por que quem evita fazer ligações pode sentir desconforto maior com comunicação em tempo real

08/04/2026
Ela largou tudo após a separação e se mudou para a Itália. Apesar da saudade dos filhos, esta mais feliz e saudável.

Ela largou tudo após a separação e se mudou para a Itália. Apesar da saudade dos filhos, esta mais feliz e saudável.

08/04/2026
Filhote fica ao lado da irmã paralítica e mostra o verdadeiro significado de lealdade

Filhote fica ao lado da irmã paralítica e mostra o verdadeiro significado de lealdade

08/04/2026

Anuncie no UAI

Entretenimento

    • Famosos
    • Série e TV
    • Cinema
    • Música
    • Variedades

Estado de Minas

  • Gerais
  • Política
  • Economia
  • Internacional
  • Nacional
  • Cultura
  • Saúde e Bem Viver
  • EM Digital
  • Fale com o EM
  • Assine o Estado de Minas

No Ataque

  • América
  • Atlético
  • Cruzeiro
  • Vôlei
  • Basquete
  • Futebol Nacional
  • Futebol Internacional
  • Esporte na Mídia
  • Onde Assistir

TV Alterosa

      • Alterosa Alerta
      • Jornal da Alterosa
      • Alterosa Esporte

Correio Braziliense

Correio Web

Tupi FM

© 2025 Diários Associados - Todos os direitos reservados

  • Política de privacidade
  • Entre em contato
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Cidades
  • Moda & Beleza
  • Turismo
  • Tecnologia
  • Entretenimento
  • Saúde e bem-estar
  • Finanças pessoais

© 2025 Diários Associados - Todos os direitos reservados