Uma parceria inédita entre o Ministério da Saúde e a iFood está capacitando entregadores para agir em situações de emergência. O programa visa transformar trabalhadores das ruas em agentes de resposta rápida e cidadania.
O treinamento-piloto ocorreu em São Paulo para cem entregadores, por meio do Programa Anjos de Capacete, que agora se fortalece com o apoio da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS).
O que motiva o investimento em segurança e primeiros socorros pelas plataformas de entrega?
Com o crescimento das entregas urbanas, os riscos no trânsito e em ambientes externos se tornam mais presentes para entregadores. O treinamento oferece ferramentas práticas para que eles possam agir até a chegada do socorro.
Segundo o ministro da Saúde, esta parceria “reforça o papel do SUS como uma rede que salva vidas dentro e fora das unidades de saúde”.

Programa Anjos de Capacete amplia benefícios da capacitação para entregadores
O Programa Anjos de Capacete, da iFood, integra agora a cooperação com o Ministério da Saúde e oferece benefícios diretos aos participantes:
- simulações práticas de acidentes de trânsito
- equipamentos de proteção como capacete e jaqueta
- kit de atendimento emergencial para o entregador
- certificação válida por dois anos
Essas medidas ajudam a tornar a atividade mais segura e valorizada, ao mesmo tempo em que fortalecem a rede de prevenção urbana.
Parceria com universidade e Força Nacional do SUS transforma ação em aprendizagem de impacto
O treinamento contou com o apoio da Universidade Zumbi dos Palmares e da Força Nacional do SUS, trazendo institucionalidade e estrutura para o programa:
- uso de campus universitário para ambiente de aula-piloto
- instrução por especialistas em primeiros socorros e respostas emergenciais
- capacidade de formar “agentes multiplicadores” no território urbano
Impacto esperado no trânsito urbano e no atendimento em emergências pelas ruas
Quando entregadores estiverem preparados para agir em situações de urgência, os resultados podem se manifestar em diferentes frentes:
- redução de danos imediatos até a chegada de socorristas
- fortalecimento da cultura de segurança no trânsito entre motoristas e motociclistas
- valorização da atividade de entrega e sensação de pertencimento à comunidade
Segundo a notícia oficial:
“os primeiros socorros desempenham papel essencial na redução de riscos e na preservação da vida em situações de acidentes de trânsito”.
Como essa formação pode inspirar outras iniciativas de
responsabilidade social urbana?
Para replicar ou adaptar projetos semelhantes, vale considerar alguns passos práticos:
- identificar grupos vulneráveis ou expostos (por exemplo, entregadores, ciclistas,
motoboys) - firmar parcerias com órgãos públicos, universidades ou instituições de ensino
- incluir simulações práticas, certificação e equipamento de segurança no programa
- medir impacto e documentar resultados para expansão futura
Perguntas Frequentes
Quem pode participar da capacitação promovida pelo programa?
Entregadores por aplicativo e motociclistas vinculados ao programa da iFood foram convidados para a aula-piloto em São Paulo, com previsão de expansão para outras regiões.
Quais conteúdos são abordados no curso de primeiros socorros?
O treinamento inclui simulações de acidentes de trânsito, orientação sobre como agir até a chegada do resgate, uso de kit de atendimento emergencial e boas práticas de segurança viária.
Quanto tempo vale a certificação após a conclusão da formação?
Ao final do curso, os participantes receberam uma certificação válida por dois anos, além do kit de equipamentos e uniforme de segurança.
Essa ação conjunta entre o Ministério da Saúde e o iFood mostra como o setor privado e o público podem se unir em prol da saúde e da segurança urbana, transformando o dia a dia de entregadores e a rotina de trânsito nas cidades.






