A função “soneca” do despertador virou hábito diário para milhões de pessoas. Mas o que leva nosso cérebro a querer só “mais cinco minutinhos”?
Segundo a psicologia, essa tendência tem explicações emocionais, cognitivas e comportamentais, que revelam muito sobre como lidamos com o despertar.
O que a mente revela sobre o uso recorrente da função soneca?
O hábito de adiar o alarme está ligado à nossa resistência em encarar tarefas logo ao acordar. A mente prefere prolongar o conforto do sono do que enfrentar obrigações imediatas.
Além disso, quem dorme mal ou tem rotina desorganizada tende a recorrer mais à soneca, numa tentativa inconsciente de recuperar o tempo de descanso perdido.

Quais os efeitos desse hábito no funcionamento do cérebro?
- Fragmentação do sono: a cada toque de soneca, o ciclo do sono é reiniciado e interrompido de forma abrupta.
- Sensação de cansaço: paradoxalmente, dormir mais pode deixar a pessoa ainda mais grogue ao levantar.
- Confusão mental: o chamado “inércia do sono” pode durar até 30 minutos, dificultando o raciocínio.
- Desregulação emocional: começar o dia com preguiça reforça padrões de procrastinação e desmotivação.
Atenção: usar a função soneca de forma constante pode prejudicar o humor e a produtividade ao longo do dia.
Como reduzir a dependência da função soneca pela manhã?
- Estabeleça horários fixos para dormir e acordar: isso regula seu relógio biológico.
- Evite telas antes de dormir: a luz azul inibe a produção de melatonina.
- Deixe o despertador longe da cama: isso exige que você se levante para desligá-lo.
- Tenha um ritual de despertar: música suave, luz natural ou uma bebida quente ajudam o corpo a ativar.
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