A formação em Engenharia Metalúrgica pela UFRJ foi o ponto de partida da trajetória de Sérgio Leite de Andrade, no qual era consolidada com o mestrado na UFMG, teve seu falecimento no dia 14 de julho de 2025. Esse embasamento técnico foi crucial para seu sucesso inicial na Usiminas, onde construiu uma carreira marcada por resultados consistentes e crescimento progressivo.
Além do diploma, sua forte presença em congressos e publicações científicas destacou seu compromisso com a evolução da siderurgia. O domínio acadêmico não apenas impulsionou sua credibilidade, mas também fortaleceu sua visão de longo prazo para o setor.
Quais marcos definiram sua liderança na Usiminas entre 2016 e 2022?
Durante sua gestão como diretor-presidente da Usiminas, Sérgio Leite promoveu uma profunda reestruturação de processos, elevando a empresa a um novo patamar de inovação. Essa transformação envolveu maior presença internacional e ampliação da capacidade competitiva no mercado global.
Seu período no comando foi reconhecido por uma abordagem orientada à tecnologia, sustentabilidade e excelência operacional. Internamente, promoveu um ambiente de valorização de talentos e modernização contínua das práticas industriais.

De que forma sua atuação extrapolou o ambiente corporativo?
O engajamento de Sérgio Leite foi além da liderança empresarial, com mais de 60 artigos técnicos publicados e participação ativa em entidades como a Sociedade Mineira de Engenheiros e o IISI. Essa produção fortaleceu pontes entre indústria e academia.
Ele também atuou como porta-voz da inovação ao integrar comitês e fóruns internacionais, reforçando a troca de conhecimento e a colaboração técnica como pilares para o avanço do setor siderúrgico no Brasil e no mundo.
Quais foram suas principais contribuições para a indústria do aço?
Sérgio ocupou posições de destaque no Instituto Aço Brasil e na Fiemg, contribuindo diretamente para moldar políticas industriais estratégicas. Sua atuação conectou empresas, universidades e governos em prol da competitividade.
- Representatividade ativa em fóruns internacionais do aço
- Defesa de práticas sustentáveis na cadeia siderúrgica
- Promoção da qualificação profissional e técnica
- Apoio à modernização regulatória e digital do setor
Qual impacto sua gestão teve na cultura organizacional da Usiminas?
Ao valorizar o capital humano e o engajamento social, Sérgio transformou a cultura da Usiminas, fortalecendo relações com comunidades e colaboradores. Incentivou investimentos sociais em educação, saúde e infraestrutura local.
Seu estilo de liderança humana e participativa gerou um ambiente de confiança e inovação. A ética, a transparência e o respeito às pessoas tornaram-se pilares institucionais duradouros sob sua gestão.
Como ele impulsionou a modernização tecnológica da siderurgia?
Sérgio Leite promoveu a integração de tecnologias como inteligência artificial, automação e análise de dados para aprimorar a eficiência e sustentabilidade industrial. Sua gestão priorizou a transformação digital da Usiminas.
- Automatização de processos produtivos e logísticos
- Parcerias com centros de pesquisa para inovação
- Projetos voltados à redução da emissão de carbono
- Planejamento inteligente baseado em big data
Qual é o legado deixado por Sérgio Leite de Andrade?
O legado de Sérgio vai além das conquistas corporativas. Ele deixou um exemplo de liderança ética, inovadora e socialmente responsável, tornando-se um símbolo de transformação positiva na indústria brasileira.
Sua morte em julho de 2025 marcou uma geração que o viu como referência de resiliência e visão estratégica. Seu nome hoje inspira executivos e engenheiros a seguirem um caminho onde o progresso industrial caminha junto com o bem-estar coletivo.






