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Nova onda de apps maliciosos chega no Brasil preocupando especialistas em segurança

21/06/2025
Em Finanças pessoais
Nova onda de apps maliciosos chega no Brasil preocupando especialistas em segurança

Apps. - Créditos: depositphotos.com / HayDmitriy

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Nos últimos meses, a segurança digital ganhou destaque no Brasil devido ao aumento de aplicativos maliciosos disponíveis em lojas oficiais. Um relatório recente apontou que o país lidera o ranking de uploads desses apps, superando Estados Unidos, México, Turquia e Coreia do Sul. O levantamento foi realizado pelo IAS Threat Lab, setor especializado em proteção digital da Integral Ad Science, e trouxe à tona preocupações sobre privacidade e proteção de dados pessoais.

Esses aplicativos, que simulam ferramentas legítimas como leitores de QR code, gerenciadores de despesas, papéis de parede e tradutores, foram criados para enganar usuários e aplicar golpes. A maioria dessas plataformas foi lançada no terceiro trimestre de 2024, e desde então, mais de 56 milhões de downloads foram registrados. A popularidade desses apps evidencia a necessidade de maior atenção por parte dos usuários ao instalar novos programas em seus dispositivos.

Como funcionam os aplicativos maliciosos?

Apps. – Créditos: depositphotos.com / HayDmitriy

O esquema identificado, chamado de “Vapor”, utiliza aplicativos Android falsos para exibir anúncios de vídeo intersticiais em tela cheia, de forma contínua e invasiva. Além de prejudicar a experiência do usuário, esses apps podem direcionar vítimas para sites de phishing, onde informações pessoais e credenciais bancárias são solicitadas. Segundo o relatório, os criminosos conseguem ocultar os ícones dos aplicativos do menu principal, dificultando a identificação e remoção pelos usuários.

Em muitos casos, os aplicativos apresentam alguma funcionalidade básica, o que contribui para enganar as vítimas. No entanto, eles também conseguem exibir anúncios fora de contexto, sobrepondo outros aplicativos em uso, sem a necessidade de permissões específicas. Essa estratégia permite que os golpistas ignorem restrições do sistema operacional e aumentem o alcance dos anúncios fraudulentos.

Quais são os riscos para a privacidade dos usuários?

Além dos anúncios intrusivos, alguns desses aplicativos tentam coletar dados sensíveis, como credenciais de acesso a serviços online e informações de cartão de crédito. O objetivo principal é direcionar as vítimas para páginas externas, onde ataques de phishing são realizados. A pesquisa identificou pelo menos 331 aplicativos envolvidos nesse tipo de esquema, sendo que 15 ainda estavam disponíveis na Google Play Store na primeira semana de março de 2025.

  • Coleta de dados pessoais: Os apps podem solicitar permissões excessivas e acessar informações privadas sem o conhecimento do usuário.
  • Redirecionamento para sites de phishing: Ao clicar em anúncios ou notificações, o usuário pode ser levado a páginas falsas que imitam serviços legítimos.
  • Roubo de credenciais: Informações bancárias e senhas podem ser capturadas e utilizadas em fraudes financeiras.

Como se proteger de aplicativos fraudulentos?

Diante desse cenário, a atenção ao instalar novos aplicativos se tornou fundamental para evitar golpes. O Google Play Protect passou a avisar os usuários e desabilitar automaticamente apps identificados como maliciosos, mesmo quando baixados de fontes externas à loja oficial. Ainda assim, algumas práticas podem ajudar a aumentar a segurança dos dispositivos:

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  1. Verificar a reputação do desenvolvedor e avaliações do aplicativo antes de instalar.
  2. Evitar conceder permissões desnecessárias, principalmente acesso a dados sensíveis.
  3. Manter o sistema operacional e aplicativos sempre atualizados.
  4. Utilizar soluções de segurança confiáveis para detectar ameaças.
  5. Desconfiar de aplicativos que prometem funcionalidades milagrosas ou solicitam informações pessoais sem justificativa.

O que muda com as novas medidas de segurança?

Com a identificação e remoção de mais de 180 aplicativos fraudulentos, espera-se uma redução significativa nos golpes aplicados por meio dessas plataformas. O monitoramento contínuo por parte das empresas de segurança e a atuação do Google Play Protect são essenciais para proteger os usuários. No entanto, a responsabilidade também recai sobre quem utiliza smartphones, que deve adotar hábitos seguros e ficar atento a possíveis sinais de fraude.

O cenário reforça a importância da educação digital e da conscientização sobre os riscos presentes no ambiente virtual. A busca por informações confiáveis e o uso criterioso de aplicativos são passos fundamentais para garantir a privacidade e a segurança dos dados pessoais em 2025.

Quais são os sinais de que um aplicativo pode ser potencialmente perigoso?

Deepfake. – Créditos: depositphotos.com / sergio_pulp

Existem diversos sinais de alerta que usuários podem observar ao instalar um aplicativo. Entre eles estão a solicitação de permissões excessivas que não correspondem à função principal do app, como acesso a contatos, mensagens e localização para um simples leitor de QR code, por exemplo. Aplicativos com avaliações negativas ou poucos downloads também merecem atenção redobrada. Além disso, erros frequentes, excesso de publicidade inesperada, consumo anormal de bateria ou dados e a presença de ícones ou nomes genéricos podem indicar que o aplicativo é potencialmente perigoso. Em casos assim, o ideal é desinstalar imediatamente e rodar uma verificação de segurança no dispositivo.

Como as autoridades e empresas estão atuando para combater aplicativos maliciosos?

Além das ações do Google Play Protect, órgãos como o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) no Brasil e entidades internacionais têm intensificado parcerias para fiscalizar e detectar apps suspeitos. As lojas de aplicativos têm investido em automação baseada em inteligência artificial para identificar comportamentos anômalos, como downloads em massa ou picos súbitos de má avaliação. Empresas de segurança digital monitoram periodicamente novas submissões e compartilham alertas rápidos com as autoridades e o público. Ainda, diversas campanhas de conscientização têm sido lançadas para informar usuários sobre os riscos e medidas preventivas relacionadas ao download de aplicativos. Adicionalmente, recentemente, algumas operadoras de telefonia começaram a colaborar de forma mais próxima com lojas de aplicativos para bloquear a disseminação de links suspeitos via SMS e redes móveis, aumentando a força-tarefa nacional contra golpes virtuais.

Tags: appsBrasilgolpe
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