Como funciona um apart-hotel na praia: o modelo do Grupo CPR em Juquehy
No Granada Juquehy, no litoral norte paulista, o imóvel foi pensado para uso próprio e locação de temporada, com o serviço incluído na compra
Ter um endereço na praia é o desejo de muita gente, mas nem todo mundo quer cuidar sozinho de um imóvel no litoral. Uma das respostas a isso é o apart-hotel, formato em que a unidade vem acompanhada de uma estrutura de serviço. Na praia de Juquehy, no litoral norte de São Paulo, o Grupo CPR tem um exemplo desse modelo já entregue.
O exemplo de Juquehy
Em Juquehy, praia de São Sebastião, o Grupo CPR entregou o Granada Juquehy, apart-hotel pensado tanto para uso próprio quanto para locação de temporada. Na prática, o mesmo imóvel pode servir para a estadia da família num fim de semana e também para receber hóspedes nos períodos em que o dono não está por lá, sem que ele precise montar uma operação própria para isso.
O serviço faz parte do imóvel
A grande diferença do apart-hotel está aí: o serviço faz parte do que se compra. Junto com a unidade, o comprador leva uma forma de uso, que vai da estadia de fim de semana à locação de temporada. É uma escolha de produto que coloca a experiência de quem vai usar o imóvel na frente da metragem.
“Seja uma casa no Morumbi, um apart-hotel na praia ou um clube no cerrado, o que a gente projeta primeiro é a experiência de quem vai viver ali. O metro quadrado vem depois”, afirma Marlon Ceni, engenheiro civil, fundador e CEO do Grupo CPR.
Mais um projeto na mesma praia
O Granada não é o único projeto do grupo em Juquehy, que hoje concentra dois empreendimentos da empresa no litoral norte paulista. Na mesma praia, o residencial Birigui 142 está em obras e amplia a presença da empresa no litoral norte paulista.
Com mais de 15 anos de atuação, sede em São Paulo e unidades em Curitiba e Goiânia, o Grupo CPR trabalha com projetos de poucas unidades e endereços escolhidos com cuidado. Na capital paulista, assina o Parque Bandeirantes, conjunto de casas independentes na região do Morumbi, e tem em obras townhouses na rua Rubens do Amaral.
Da praia ao cerrado
A ideia de juntar imóvel e serviço também aparece no maior projeto do grupo, a Fazenda do Lago, em Abadiânia (GO). São 2,8 milhões de metros quadrados de cerrado às margens do Lago Corumbá IV, a 109 quilômetros de Brasília, com acesso 100% asfaltado pela BR-060. Segundo a incorporadora, a área foi escolhida pela vista, pela água perene e pela localização. O masterplan prevê 803 lotes em sete fases e clubes como marina, piscina de ondas, campo de golfe, haras e um centro de bem-estar, além de um hotel dentro do clube. Quem compra conta com atendimento de concierge e eventos desde a aquisição.
“Se você acha que é o lote, você entrega o lote. Se você entende que é o território, você entrega curadoria, paisagismo, governança e continuidade”, diz Ceni.
Na Fazenda do Lago, a obra começa pela infraestrutura, com terraplenagem, vias, drenagem e redes subterrâneas, e as estruturas de lazer sobem em sincronia. A primeira fase, com 472 lotes, está registrada em cartório.
“Não dá para pedir que alguém organize a vida em volta de um clube que ainda é desenho. Por isso construímos primeiro. Quem chega aqui não precisa acreditar na gente: basta olhar em volta”, completa o executivo.
Para quem quer entender como funciona um apart-hotel na praia, o caso de Juquehy resume o modelo: o imóvel é do comprador, mas chega com serviço e com uma forma de uso definida, que permite aproveitar a praia e, quando fizer sentido, alugar na temporada.