Internet ajuda adolescentes dos EUA a mudar hábitos de saúde

Web aparece em quarto lugar como fonte de informação. Em primeiro lugar estão os pais, seguidos da escola e, em terceiro, médicos ou enfermeiros

por AFP - Agence France-Presse 03/06/2015 11:21

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Um em cada três adolescentes americanos mudaram de comportamento após procurar informações relacionadas à saúde na internet. Estudo sobre adolescentes e tecnologia divulgado nesta terça-feira (02/06) ouviu 1.156 adolescentes de 13 a 18 anos e 84% disseram ter usado a web para encontrar informações sobre saúde.

Quando perguntados sobre onde obtinham "a maior parte" das informações de saúde que usaram, a principal fonte apontada foram os próprios pais, seguidos das aulas na escola e médicos ou enfermeiros, segundo relatório publicado por pesquisadores da Universidade Northwestern.

A internet ficou em quarto lugar como fonte de informação, mas foi o principal meio de comunicação citado como referência, superando em popularidade livros, rádios, jornais e revistas.

Cerca de 25% dos adolescentes disseram que a internet era sua principal fonte de informação sanitária, apenas abaixo dos 29% que disseram que a obtêm de médicos e enfermeiros.

Ao contrário dos adultos, que tendem a procurar diagnósticos online sobre todas as questões de saúde, os adolescentes buscam informações sobre medidas preventivas e comportamentos saudáveis%u200B, apontou o estudo.

Ferramentas digitais como aplicativos, acessórios eletrônicos  ou sites da internet, influenciaram nas mudanças de comportamento dos adolescentes, acrescentou. "Quase um em cada três adolescentes (32%) dizem ter mudado de comportamento por causa de informações de saúde digitais ou ferramentas sobre saúde", informou.

O que querem estes adolescentes?
A maioria procurou informações sobre "fitness" ou exercícios (42%), seguido de dieta e alimentação (36%). Cerca de 19% procurou informações sobre stress e ansiedade, 18% sobre doenças sexualmente transmissíveis e puberdade, 16% estão interessados %u200B%u200Bem outros problemas mentais e também 16% pesquisaram sobre o sono.