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Além da composição química, na hora de escolher o produto vale ficar atento ao fator de proteção. Segundo Cestari, o mínimo recomendado é 15. “Mas a maioria dos produtos infantis tem fator de no mínimo 30, o que já é mais do que suficiente”, tranquiliza a médica. Além disso, não precisa se desesperar quando o filtro solar começar a sumir da pele da criança. “Ela pode ficar alguns minutos sem filtro solar para melhor síntese de vitamina D. Não há nenhum problema, desde que sejam apenas alguns minutos”, orienta a pediatra.
E quem quiser fazer uma economia e pegar emprestado o filtro deles para se proteger até pode, desde que não se incomode com o aspecto esbranquiçado dos protetores dos pequenos. “Cosmeticamente eles são mais espessos e esbranquiçados devido a substâncias físicas como o talco e o óxido de zinco”, explica.