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“Além dos medicamentos [distribuídos gratuitamente] ao longo dos anos, uma das explicações do sucesso, a diferença que o programa tem, quando comparado com outros estados, é a estruturação de uma rede de serviços especializados”, destacou.
De acordo com a coordenadora, são duzentos serviços de assistência especializada para tratamento das pessoas vivendo com HIV, em 145 municípios paulistas. Nos centros, além de médicos infectologistas e especialistas, há psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas e outros profissionais que apoiam o tratamento.
Os primeiros casos da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids) no Brasil surgiram no início da década de 80, em São Paulo. Hoje, os grupos mais afetados pela doença são jovens, gays e travestis, profissionais do sexo, usuários de drogas injetáveis e a população carcerária.