Setor de franquias mira cidades do interior, de olho em bons negócios

Em convenção na Bahia, lideranças do setor apresentam tendências e mercado para um dos segmentos da economia que mais crescem no país

por Laura Valente* 18/10/2018 16:07

Marcel Uyeta/Divulgação
Abertura da 18ª Convenção da Associação Brasileira de Franchising (ABF), em Comandatuba (BA) (foto: Marcel Uyeta/Divulgação)
 

A chegada de franquias ao interior do país é um dos destaques da 18ª Convenção da Associação Brasileira de Franchising (ABF), evento que reúne, de hoje até domingo (21), as principais lideranças do setor em Comandatuba, na Bahia. Com a participação de cerca de 500 associados, a convenção traz como tema a colaboração e a transformação e funciona como painel para troca de ideias e projeções em torno de expectativas de mercado.


Água Doce/Divulgação
Julio Bertolucci pretende ampliar a participação da Água Doce no interior mineiro (foto: Água Doce/Divulgação)
Um dos pontos destacados na edição é a tendência de interiorização de negócios em segmentos variados, como alimentação, serviços e outros negócios, turismo/hotelaria e saúde, entre outros. Exemplo vem do diretor de franquias Júlio Bertolucci, proprietário da marca Água Doce, operação de gastronomia /entretenimento, especializada em culinária brasileira e na oferta de carta variada de coquetéis e drinques. "Já estamos em cinco cidades mineiras: Frutal, Pouso Alegre, Uberlândia, Varginha e Poços de Caldas. Nossa expectativa é também chegar à capital, mas, hoje, o interior responde por 75% dos nossos negócios."

 

A rede Água Doce existe desde 1993. Começou de forma despretensiosa, em Tupã, interior de São Paulo, e conta hoje com 85 pontos de venda, entre lojas próprias e franquias, em 10 estados brasileiros.

Água Doce/Divulgação
Unidade da franquia Água Doce, do ramo de gastronomia e entretenimento (foto: Água Doce/Divulgação)

O custo médio para abrir um negócio da marca gira em torno de R$ 800 mil a R$ 1 milhão (incluindo a taxa de franquia no valor de R$ 120 mil e gastos com a instalação, equipamentos e treinamento de funcionários). Segundo Bertolucci, o retorno para o investimento é de 36 meses (estimativa) e o tíquete médio é de R$ 68 por cliente. O tempo de permanência do público na casa é de cerca de 1h30. "Somos uma marca que reúne expertise em oferta culinária de qualidade no happy hour, com carta de bebidas diferenciada e entretenimento, como música ao vivo e telão. E estamos levando essa expertise cada vez para mais praças do interior",afirma.

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