Julgamento de acusação de plágio contra a banda Skank é adiado

De acordo com o advogado da banda Alexandre Atheniense, já foram colhidos dois votos, porém, um dos desembargadores pediu vista dos autos para analisar melhor o processo

Diego Ruahn/Divulgacao Banda Skank
(foto: Diego Ruahn/Divulgacao Banda Skank)
O julgamento em que a banda Skank é acusada de plágio, em Salvador (BA), foi adiado no início da noite desta terça-feira. A acusação de plágio refere-se a clássicos do grupo, como "Pacato Cidadão", "O Beijo e a Reza", "Esmola", "Eu Disse a Ela", "Garota Nacional" e "Te Ver”, cuja autoria é questionada por Ajax Jorge da Silva, morto há mais de quatro anos. A ação dura cerca de 23 anos.

De acordo com o advogado da banda mineira, Alexandre Atheniense, já foram colhidos dois votos de desembargadores que julgaram improcedente o pedido de indenização do suposto “autor” das letras. Um dos desembargadores  pediu vista dos autos para analisar melhor o processo.

Em novembro de 2016, a juíza Rita de Cassia Ramos de Carvalho, da Bahia, deu o veredito a favor do Skank em primeira instância. Houve recurso do autor da denúncia e o julgamento foi marcado para a tarde de terça-feira. Agora adiado, será  agendada nova data de julgamento para que o magistrado dê seu voto.

As canções estão presentes nos discos "Calango (1994)" e "O Samba Poconé (1996)", da banda mineira. Ajax Jorge, em vida, alegava ser o autor das seis canções.

*Os estagiários estão sob supervisão da subeditora Ellen Cristie. 

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