Alcione promete samba em todos os estilos e músicas românticas na turnê 'Eterna alegria'

Show chega ao Chevrolet Hall neste sábado

por Ailton Magioli 12/07/2013 06:00

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Marcos Hermes/Divulgação
"Adoro escolher o repertório e cantar. Queria rechear disco e show com mais samba" - Alcione, cantora (foto: Marcos Hermes/Divulgação)
“O que Minas já não nos deu de bom?”, pergunta a maranhense Alcione, que se apresenta no Chevrolet Hall, sábado à noite. Em show de lançamento do CD 'Eterna alegria', acompanhada de banda e dançarinos, Marrom canta de samba de roda ao samba rock, passando pelo de terreiro, de gafieira, samba canção e samba jazz.


“Gosto muito do samba dolente”, assume Alcione. “Agora, quando é de gafieira, rasgado, não há quem resista”, derrete-se a cantora. “Se o samba foi responsável pelo surgimento da bossa nova, imagina do que ele não é capaz”, diz, lembrando que, como ex-crooner, sabe passear perfeitamente por todos os estilos, incluindo o samba de enredo e o chamado de meio de ano (ou de quadra).

“Adoro o samba de roda”, confessa a adepta do famoso tambor de crioula maranhense.

Como nem só de alegria é feita a vida, ela avisa aos fãs que no show há espaço para a música romântica e também para as mais lentas. A perda do amigo Emílio Santiago, ao lado de quem iniciou carreira na noite carioca,  será lembrada em 'Magia do palco', canção de Altay Veloso – justa homenagem ao colega. De 'Amor surreal', de Carlos Colla e Michael Sullivan, os fãs devem se lembrar: ela fez parte da trilha sonora da novela 'Salve Jorge', da TV Globo.

A inédita 'Eh, eh' marca a estreia da parceria de Djavan com Zeca Pagodinho. E não faltarão sucessos como 'A loba', de Paulinho Resende e Juninho Peralva, e 'Você me vira a cabeça', de Chico Roque e Paulo Sérgio Valle, além de sambas do amigo Jorge Aragão.

“Do disco novo, vamos mostrar quase tudo”, antecipa, dizendo que estarão no palco a Banda do Sol, formada por 16 músicos, liderada pelo tecladista Alexandre Menezes, e também 11 dançarinos. “Além de uma luz linda, há projeções muito bonitas”, empolga-se Alcione. “Gosto muito de fazer o que faço, com alegria. Adoro escolher o repertório e cantar. Queria rechear disco e show com mais samba”, confessa Marrom, contando que as composições foram chegando naturalmente.

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ETERNA ALEGRIA
> 'Eterna alegria', Júlio Alves, Carlos Jr., Ramirez e Alex Almeida
> 'Êh, êh', Djavan e Zeca Pagodinho
> 'Magia do palco', Altay Veloso
> 'Difícil de aturar', Max Vianna, Fred Camacho e Arlindo Cruz
> 'Por ser mulher', Jorge Aragão
> 'Bate palma, aê', Paulinho Carvalho e Cacá Franklin
> 'Ogum xoroquê chorou', Arlindo Cruz
> 'A dona sou eu', Nenéo e Paulinho Rezende
> 'Sentença', Serginho Meriti, Claudemir e Ricardo Moraes
> 'Chapéu de couro', Papete e Manuel Pacífico – Adaptação domínio público
> 'Conversa fiada', Júlio Alves e Carlos Jr.
> 'Produto brasileiro', Xande de Pilares, Brasil Quintal e Gilson Bemini
> 'Sem palavras', Francis Hime e Thiago Amud
> 'Pontos finais', Ana Carolina, Chiara Chivelo e Dudu Falcão
> 'Direitos iguais', Sereno e Andre Renato
> 'Amor surreal', Carlos Colla e Michael Sullivan


ALCIONE & BANDA
Sábado, às 22h. Chevrolet Hall, Av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi. Ingressos: Mesas (quatro lugares) – Setor 1: R$ 400; setor 2: R$ 360. Arquibancada – 1º lote: esgotado; 2º lote: esgotado; 3º lote: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Classificação: 16 anos (desacompanhados) e 14 e 15 anos (acompanhados de pais ou responsáveis legais). Informações: (31) 4003-5588.

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