Gusttavo Lima é indiciado pela Polícia Civil de Goiás por crime ambiental

Cantor sertanejo não apresentou autorização para fazer obra em uma de suas propriedade em Bela Vista de Goiás

por Estado de Minas 28/02/2018 11:49
Som Livre/Divulgação
Na última sexta (23), Gusttavo causou polêmica a demonstrar apoio ao deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e pedir pelo fim do Estatuto do Desarmamento. (foto: Som Livre/Divulgação)
Nesta quarta-feira (28), a Polícia Civil de Goiás indiciou a cantor Gusttavo Lima e mais três pessoas por crime ambiental. A informação é do site de notícias G1. De acordo com a publicação, o sertanejo aumento a represa de uma fazenda que possui em Bela Vista de Goiás, Região Metropolitana de Goiânia, sem possuir licença para a obra. 

Segundo o delegado Luziano de Carvalho, titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema),  a represa possui três hectares e o objetivo era chegar a quatro hectares. Porém, o trabalho estava sendo realizado sem a autorização da Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima). 

Na última sexta-feira (23), o sertanejo causou controvérsia nas redes sociais ao publicar um vídeo em seu Instagram realizando disparos com um fuzil. Além disso, na publicação, ele declarou apoio ao deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e criticou o Estatuto do Desarmamento. ''Hoje em dia no Brasil só está desarmado o cidadão de bem. Revogação do Estatuto do Desarmamento já... Nossas famílias e nossas casa protegidas'', escreveu ele no post. 

Com a repercussão negativa da publicação, o sertanejo publicou uma nova mensagem em seu Instagram se explicando

''Então, eu sou a favor do porte de armas para pessoas coerentes, para pessoas sem antecedentes criminais, para pessoas que querem cuidar de suas famílias, para pessoas que querem cuidar dos seus bens maiores, então fica aqui a minha opinião'', esclareceu ele. 

O cantor está de férias nos Estados Unidos e gerou polêmica ao defender o armamento no Brasil nove dias após um jovem ter atirado e assassinado 17 pessoas em uma escola em Parkland, na Flórida. O jovem identificado como Nikolas Cruz era um ex-aluno e portava um rifle AR-15.  

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