“Quando se trata de uma mulher de vida pública, famosa, com muitos fãs, e ela passa por essa situação, ter coragem é muito importante. Esse ato influencia positivamente as mulheres que precisam fazer o mesmo. A denúncia prova que a violência contra as mulheres está em todas as classes sociais, não se resume às classes mais baixas”, comentou Eduarda Mourão.
saiba mais
-
Atriz Danielle Brooks reclama de comentários feitos quando viaja de 1ª classe
-
Cleo Pires lança site oficial e vídeo sobre fantasias sexuais, ménage e sadomasoquismo
-
Filha do ator Tony Tornado, Aretha Pearl está desaparecida
-
Atriz Gisele Fraga revela ter sido agredida por ex-companheiro bipolar
-
Cirurgiões explicam procedimentos que podem ter afetado olhar de Cláudia Cruz
Como um dos pleitos da Comissão das Mulheres da OAB, está o pedido para que o Judiciário brasileiro seja mais célere na resolução de processos envolvendo a violência doméstica. “O Estado vem falhando nessa proteção, e assim se perpetua essa cultura que precisa ser eliminada do País. Se fosse mais rápido, o agressor iria perceber que não ‘valeria mais a pena’ agredir”, comentou a presidente do colegiado. Hoje, a OAB tem representantes da comissão em todos os estados brasileiros, com o objetivo de fortalecer a rede de proteção feminina.
A advogada Eduarda Mourão ainda ressalta que as mulheres devem denunciar as agressões mesmo que tenham ocorrido há meses, como no caso de Luiza Brunet. A agressão contra a modelo teria ocorrido em 21 de maio, num hotel nos Estados Unidos. As vítimas podem procurar delegacias especializadas e também as seccionais da OAB, para pedirem orientação jurídica, orienta Eduarda.