Nascido em Florianópolis, Alex mora em Lavras, no Sul do estado. Para ele, o prêmio representa atravessar um imenso portão de luz. “O que se desdobra e avança por detrás dele só o tempo e as páginas do livro dirão”, afirma. Revisor, tradutor e autor de dois volumes de contos já publicados, 'Exdrúxulas' e 'Trincada', o catarinense participou de sete coletâneas. Também colabora com sites e com as revistas 'Germina', 'Cronópios' e 'Releitura'.
A partir de agora, Alex só pensa em terminar o romance. De acordo com ele, iniciativas como a do governo de Minas de premiar jovens autores são indispensáveis e merecem elogio. “Isso demonstra atenção e apreço por essa miríade de escritores talentosos em busca de reconhecimento, tão necessário”, diz.
Francisco Maciel participa de concursos literários desde os 12 anos. Já venceu alguns, como o promovido pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, que premiou a novela Na beira do rio, ainda inédita. O autor, que integrou antologias como 'Literatura e afrodescendência no Brasil' (Editora UFMG), diz que o Prêmio Minas chegou na hora certa. “Já estava me sentindo um inconfidente condenado à morte literária, pronto para o grande exílio nas luas de Saturno”, diz.
O fluminense Maciel é jornalista e trabalha na revista 'Pesca & Mar', editada pelo Sindicato dos Armadores de Pesca do Estado do Rio de Janeiro. O livro 'Não adianta morrer' lhe deu o novo prêmio. Seus contos se passam no limite, na fronteira. “É um fio de navalha entre a vida, a morte, o sonho, a realidade e a ficção”, afirma Francisco Maciel.