A série gira em torno da heroína Jessica Jones, que surgiu pela primeira vez nas histórias em quadrinhos em 2001, na revistas Alias. A trama se passa em Hell’s Kitchen, mesmo local em que Matt Murdock, o Demolidor, tenta combater a máfia. Ainda não se sabe se haverá participação dos atores de Daredevil nesta primeira temporada.
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Mas o que esperar do seriado?
>> Uma protagonista forte (não apenas no sentido literal por conta da super-força, mas no sentido de oposto de sexo frágil)
>> Humor ácido e irônico
>> Universo sombrio
>> Poucas respostas, em um primeiro momento
O piloto pode parecer confuso e também como se estivessem faltando pedaços de um quebra-cabeça. Alguns motivos podem ser apontados para isso. O primeiro tem a ver com o fato da heroína não ser muito conhecida pelo público em geral. O outro pode ser uma própria estratégia do roteiro, que apresenta poucas informações para entregá-las mais tarde.
A primeira vista Jessica Jones é apenas uma detetive conhecida por resolver casos complicados. Ao longo do primeiro capítulo, percebe-se que ela utiliza sua super-força (que não é explicada de onde surgiu) para conseguir finalizar os casos. No entanto, não se engane essa não é uma série tradicional sobre heroís. É o oposto. Até porque Jessica não quer em nenhum momento alimentar essa alcunha.
Assim como em Daredevil, a Marvel aposta em um universo mais sombrio na trama. O humor, característica do estúdio, também aparece de forma diferente. Não com piadinhas, mas sim com o abuso da ironia e acidez, que é uma característica tanto da personagem quando da atriz escalada para o papel Krysten Ritter (Breaking bad e Apartament 24). O elenco também tem seus destaques, como a presença de Carrie-Anne Moss, a Trinity de Matrix, no papel de Jeryn Hogarth, uma advogada que é responsável por muitos dos trabalhos de Jessica Jones. Mais uma personagem feminina forte. Mostrando que mulher em Jessica Jones é o oposto do sexo frágil.