Queen lança boxset histórico com seis LPs raros
O estudo foi divulgado pela State University of New York
Reprodução/Instagram
Um estudo conduzido pela State University of New York (SUNY), citado pelo tabloide britânico Daily Mail, voltou a circular nas redes sociais ao sugerir uma possível associação entre o contato com o sêmen e indicadores de bem-estar emocional em mulheres.
A pesquisa analisou dados de 293 voluntárias e observou níveis mais baixos de sintomas depressivos entre participantes sexualmente ativas que relataram relações sem uso de preservativo.
Publicado na revista científica Archives of Sexual Behavior, o trabalho avaliou aspectos como humor, concentração e estabilidade emocional.
Segundo os pesquisadores, mulheres que tiveram maior exposição ao fluido apresentaram resultados mais positivos nesses quesitos quando comparadas àquelas que utilizavam camisinha de forma consistente.
Os autores explicam que o sêmen contém substâncias biologicamente ativas, como oxitocina, serotonina e melatonina, que estão ligadas a mecanismos cerebrais relacionados ao prazer, ao sono e ao vínculo afetivo. De acordo com os dados coletados, o grupo analisado apresentou:
maior sensação de disposição no dia a dia;
níveis mais estáveis de humor;
menos relatos de ansiedade e tristeza.
Apesar disso, os próprios cientistas reforçam que o estudo é observacional e não estabelece relação direta de causa e efeito.
Profissionais da área da saúde alertam que os achados não devem ser interpretados como incentivo à prática de relações sexuais sem proteção. O contato com sêmen continua oferecendo riscos quando há possibilidade de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).
“A existência de compostos que podem influenciar o humor não anula os riscos biológicos. O uso de preservativo segue sendo fundamental, especialmente em relações ocasionais”, destacou um especialista ouvido pela imprensa internacional.
Médicos e pesquisadores reforçam que:
exames periódicos são indispensáveis mesmo em relações consideradas estáveis;
o preservativo continua sendo a principal recomendação das autoridades de saúde;
questões emocionais devem ser analisadas com cautela e, quando necessário, com acompanhamento profissional.
O consenso entre especialistas é que os dados científicos precisam ser interpretados com responsabilidade, sem desconsiderar os cuidados básicos com a saúde.
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