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Sêmen deixam mulheres mais felizes, aponta estudo americano

O estudo foi divulgado pela State University of New York

O estudo foi divulgado pela State University of New York Reprodução/Instagram
Sêmen deixam mulheres mais felizes, aponta estudo americano
Redação Entretenimento clock 14/01/2026 13:28
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Um estudo conduzido pela State University of New York (SUNY), citado pelo tabloide britânico Daily Mail, voltou a circular nas redes sociais ao sugerir uma possível associação entre o contato com o sêmen e indicadores de bem-estar emocional em mulheres.

 

A pesquisa analisou dados de 293 voluntárias e observou níveis mais baixos de sintomas depressivos entre participantes sexualmente ativas que relataram relações sem uso de preservativo.

 

 

Publicado na revista científica Archives of Sexual Behavior, o trabalho avaliou aspectos como humor, concentração e estabilidade emocional.

 

Segundo os pesquisadores, mulheres que tiveram maior exposição ao fluido apresentaram resultados mais positivos nesses quesitos quando comparadas àquelas que utilizavam camisinha de forma consistente.

 

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O que diz a pesquisa

Os autores explicam que o sêmen contém substâncias biologicamente ativas, como oxitocina, serotonina e melatonina, que estão ligadas a mecanismos cerebrais relacionados ao prazer, ao sono e ao vínculo afetivo. De acordo com os dados coletados, o grupo analisado apresentou:

  • maior sensação de disposição no dia a dia;

  • níveis mais estáveis de humor;

  • menos relatos de ansiedade e tristeza.

Apesar disso, os próprios cientistas reforçam que o estudo é observacional e não estabelece relação direta de causa e efeito.

Especialistas fazem ressalvas

Profissionais da área da saúde alertam que os achados não devem ser interpretados como incentivo à prática de relações sexuais sem proteção. O contato com sêmen continua oferecendo riscos quando há possibilidade de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

 

“A existência de compostos que podem influenciar o humor não anula os riscos biológicos. O uso de preservativo segue sendo fundamental, especialmente em relações ocasionais”, destacou um especialista ouvido pela imprensa internacional.

Orientação médica

Médicos e pesquisadores reforçam que:

  • exames periódicos são indispensáveis mesmo em relações consideradas estáveis;

  • o preservativo continua sendo a principal recomendação das autoridades de saúde;

  • questões emocionais devem ser analisadas com cautela e, quando necessário, com acompanhamento profissional.

O consenso entre especialistas é que os dados científicos precisam ser interpretados com responsabilidade, sem desconsiderar os cuidados básicos com a saúde. 

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