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Alternativa sem açúcar pode parecer inofensiva, mas estudos apontam efeitos no intestino, no metabolismo e no apetite
Divulgação Freepik
O refrigerante está entre os alimentos industrializados mais consumidos globalmente, mas seu elevado teor de açúcares sempre foi motivo de alerta entre especialistas em saúde. Para conquistar consumidores mais atentos às calorias e ao controle de peso, surgiram as versões "zero", que prometem manter o sabor característico, porém sem adição de açúcar. Mas será que essas alternativas são realmente mais benéficas?
De acordo com o portal "Terra", as versões tradicionais da bebida costumam conter sacarose ou xarope de milho, ingredientes que elevam significativamente o valor energético, favorecem alterações na glicemia e podem estar associados ao desenvolvimento de sobrepeso, cáries e até diabetes tipo 2.
Por outro lado, os refrigerantes zero trocam o açúcar por adoçantes artificiais, como sucralose, aspartame ou acessulfame-K, reduzindo drasticamente o número de calorias. No entanto, isso não significa ausência de efeitos negativos.
Embora não contenham açúcar, essas bebidas ainda são classificadas como ultraprocessadas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a ingestão frequente de adoçantes pode impactar negativamente a microbiota intestinal, o conjunto de microrganismos que habita nosso intestino, e aumentar a vontade de consumir alimentos doces.
A melhor escolha, portanto, está no equilíbrio. Assim, antes de optar por um copo gelado da versão tradicional ou zero, vale refletir sobre o contexto geral da alimentação e os hábitos de vida. Substituições pontuais podem ajudar, mas nenhuma versão substitui uma hidratação adequada e uma dieta equilibrada.
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