Virginia posa de biquíni fio-dental e web provoca Zé Felipe sobre volta
Aos 49 anos, apresentadora falou sobre prazer, libido e os efeitos da menopausa em sua intimidade com o marido, com quem está há 25 anos
Reprodução/ YouTube@canaldaastrid Fernanda Lima falou abertamente sobre a vida sexual com Rodrigo Hilbert e revelou que, apesar de considerar o sexo prazeroso, nem sempre sente disposição para a intimidade. Aos 49 anos, a apresentadora comentou as mudanças que vieram com o amadurecimento e a menopausa durante participação no podcast Caderninho das Coisas Comuns, comandado por Astrid Fontenelle no YouTube.
Ao refletir sobre a importância do sexo ao longo da vida, Fernanda ponderou que o assunto pode ser superestimado, embora continue valorizando a conexão entre o casal. “Persista, porque vale a pena, mas, se já cansou, desista”, aconselhou.
A apresentadora também observou que existe uma diferença entre o que as pessoas dizem sobre a própria vida íntima e o que realmente acontece. Para ela, vale a pena investir na relação, mas sem transformar o sexo em uma obrigação.
“Porque também tem muita gente que já cansou e está tudo certo também. Acho que o sexo é superestimado. É bom, uma delícia, tem que fazer, é uma energia vital e tal. Mas também acho que as pessoas falam muito mais o que fazem”, afirmou.
Durante a conversa, a artista admitiu que, em algumas ocasiões, precisa vencer a própria falta de disposição para aproveitar os momentos a dois.
“Uma coisa de pele, beijo, entrosamento, conexão, gozo, de muitos prazeres. Vale a pena tentar. Às vezes fico meio preguiçosa, vai ficando mais velha e tem que tirar a roupa, [dá uma] preguiça. Mas, se faz um esforcinho, apaga uma luz e acende uma vela, aí fica gostoso”, contou.
Fernanda e Rodrigo estão juntos há 25 anos e são pais de três filhos: os gêmeos João e Francisco e a caçula Maria Manoela.
Samsung é reconhecida em três categorias do Prêmio Folha de S.Paulo Top of Mind 2026
Baunilha verdadeira pode custar R$ 6 mil o quilo; entenda o motivo
Como os animes contribuíram para a cultura pop brasileira? Por Roger Armstrong
Toada Brava: Um jogo brasileiro sobre o Brasil