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Depressões naturais na lateral do quadril ficaram menos evidentes em registros recentes da atriz;
Instagram A transformação física de Mel Maia, de 22 anos, voltou a chamar atenção nas redes sociais. Após meses de dedicação aos treinos, a atriz, que estará na segunda fase de "Avenida Brasil", exibiu mudanças no corpo e despertou a curiosidade dos seguidores sobre um detalhe específico: os chamados hip dips, pequenas depressões na lateral do quadril que parecem menos evidentes em imagens recentes.
Mas será que é possível mudar o formato dessa região apenas com exercícios? O resultado depende de fatores como genética, estrutura óssea, distribuição de gordura e desenvolvimento muscular, segundo especialistas ouvidos pelo gshow.
Os hip dips são concavidades naturais localizadas entre a parte superior do quadril e a coxa. Embora sejam frequentemente tratados nas redes sociais como uma característica a ser corrigida, eles fazem parte da anatomia humana e aparecem em corpos de diferentes formatos.
“Os hip dips são depressões naturais na lateral do quadril, entre a parte superior do quadril e a coxa”, explica a biomédica esteta Fernanda Cleter.
A aparência dessa região é influenciada pelo formato da pelve, pela posição do fêmur, pela distribuição de gordura e pela quantidade de massa muscular. Por isso, não existe um exercício capaz de eliminar completamente essas depressões.
O fortalecimento dos glúteos pode deixar a lateral do quadril visualmente mais preenchida. Segundo o treinador Átila Souza, especialista em treinamento feminino, o trabalho muscular pode melhorar o contorno, embora não altere a estrutura óssea.
“Quando você faz um trabalho bem estruturado e consegue ganhar massa muscular nos glúteos, principalmente na parte lateral, é possível deixar o quadril mais preenchido e o contorno mais harmônico”, explica.
Entre os exercícios que podem fazer parte de um programa individualizado estão agachamentos, elevação pélvica, extensão do quadril e abdução. A evolução depende de fatores como execução correta, progressão de carga, alimentação adequada e constância.
Os primeiros resultados podem aparecer entre nove e 12 semanas, mas mudanças mais expressivas exigem tempo e regularidade.
Para quem busca alterar a aparência dos hip dips, existem procedimentos como o preenchimento com ácido hialurônico e o uso de bioestimuladores de colágeno. A escolha depende da anatomia, das características da pele e dos resultados esperados.
Segundo Fernanda Cleter, o ácido hialurônico pode proporcionar uma mudança mais imediata no contorno, enquanto os bioestimuladores atuam de forma gradual, estimulando a produção de colágeno.
Ambas as opções exigem avaliação profissional e apresentam riscos, como inchaço, dor, vermelhidão e hematomas, além de complicações mais graves, embora menos frequentes.
No caso de Mel Maia, não há confirmação pública de que a atriz tenha realizado procedimentos estéticos para modificar a região. Diferenças nas imagens também podem estar relacionadas ao ganho muscular, à composição corporal, à iluminação e à pose.
Especialistas ressaltam que os hip dips são uma característica natural, e a decisão de buscar mudanças no contorno corporal deve considerar a saúde e as particularidades de cada pessoa.