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Claudia Raia vai à Justiça após fake news sobre ritual religioso com filho

Atriz e Jarbas Homem de Mello processaram o Facebook Brasil após fotos do caçula serem manipuladas e usadas para espalhar informação falsa

Claudia Raia Divulgação Netflix
Claudia Raia vai à Justiça após fake news sobre ritual religioso com filho
Redação Entretenimento clock 13/10/2026 18:53
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Cláudia Raia decidiu recorrer à Justiça após descobrir que imagens de seu filho caçula, Luca Raia, foram manipuladas por inteligência artificial (IA) e divulgadas nas redes sociais. A atriz e o marido, Jarbas Homem de Mello, entraram com uma ação contra o Facebook Brasil, responsável pela operação da Meta no país, para tentar conter a circulação do conteúdo.

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A informação foi divulgada pela coluna Fábia Oliveira, do Metrópoles. Segundo os documentos do processo, protocolado em 18 de setembro, o casal publicou fotografias ao lado do menino em fevereiro. Posteriormente, as imagens teriam sido alteradas com ferramentas de IA.

 

Nas montagens, Luca aparece usando roupas e adornos associados a religiões de matriz africana. O material passou a circular acompanhado de uma informação falsa de que os pais teriam submetido o menino a um ritual de iniciação no Candomblé.

Cláudia Raia pede indenização de R$ 40 mil

Na ação, Cláudia e Jarbas afirmaram que a divulgação das imagens provocou exposição indevida da família, além de especulações e julgamentos públicos. Os dois alegam que a situação afetou a honra e a intimidade do núcleo familiar.

 

Entre os pedidos apresentados à Justiça estão a remoção das publicações identificadas no Instagram e no Facebook, o bloqueio das imagens manipuladas e a preservação dos dados cadastrais dos responsáveis pelas contas que divulgaram o conteúdo.

 

O casal também solicita uma indenização de R$ 40 mil por danos morais. Caso o pedido seja aceito, metade do valor será destinada a Luca, enquanto a outra metade será dividida entre os pais.

Justiça já determinou remoção das publicações

Além da indenização, os artistas pediram que a plataforma forneça os dados dos responsáveis pelas páginas envolvidas, com o objetivo de viabilizar futuras medidas judiciais individuais.

 

Em 25 de setembro, o juiz Otavio Tioiti Tokuda concedeu a liminar solicitada e determinou a remoção das publicações identificadas, além da preservação dos dados das contas envolvidas.

 

A ação busca responsabilizar os envolvidos na divulgação do material e impedir que as imagens manipuladas continuem circulando nas redes sociais.

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